A importância de um grupo de apoio a adoção

Boa tarde pessoal,

Muito bom o vídeo da psicóloga Cintia Liana, recomendo!!!

 

Sobre a Cintia Liana:

Psicóloga e psicoterapeuta, formada em 2000 pela PUC-Campinas. É especialista em psicologia conjugal e familiar pela faculdade Ruy Barbosa. É autora do livro “Filhos da Esperança” e chamada carinhosamente de “Fada da Adoção”. Desde 2002 trabalha com adoção. Foi perita do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia na Vara da Infância e Juventude de Salvador e coordenadora do Serviço de Psicologia por 4 anos, e mais 4 como voluntária. Fez parte da equipe que fundou o Grupo de trabalho de defesa dos direito da criança e do adolescente (GTDDCA) do Conselho Regional de Psicologia Região Bahia/Sergipe. Lidera grupos onde fomenta a amizade entre famílias adotivas, fortalecendo os laços de apoio. É criadora e moderadora do grupo “Psicologia e Adoção”, existente desde março de 2007. Contribue em pesquisas e monografias no Brasil e em Portugal. Após conquistar credibilidade e admiração no Brasil, foi convidada em 2010 para atuar na Itália, na Senza Frontiere ONLUS – Adozioni Internazionali. Já cedeu a dezenas de entrevistas e é citada em diversos jornais, revistas, programas de TV, portais da internet, livros e teses. O seu blog recebe mais de 14.000 acessos ao mês.

Fonte: http://psicologiaeadocao.blogspot.com.br/2014_02_01_archive.html

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“Ele é fruto do meu coração” – Astrid Fontenelle apresenta o filho, Gabriel

Apresentadora astrid fontenelle apresenta o filho, gabriel, de três meses e meio, emociona-se ao lembrar do processo de adoção e diz que eles são parecidos fisicamente

TEXTO BRUNO DEMINCO

FOTOS ROGÉRIO ALBUQUERQUE /AG. ISTOÉ
“Tirei tudo de letra”, diz a mamãe de primeira viagem que ficou um mês sem ajuda de uma enfermeira

Para entrar no quarto decorado de branco do novo morador do apartamento dúplex, no bairro paulistano do Morumbi, é preciso tirar os sapatos. O ritual foi imposto pela zelosa mamãe Astrid Fontenelle desde que realizou um antigo sonho e adotou Gabriel Fontenelle de Brito, de três meses e meio. Com o filho no colo, a apresentadora começou a entrevista enquanto dava mamadeira e continuou o bate-papo com o pequeno Gabriel dormindo em seus braços. Por mais de uma vez, Astrid se emocionou ao relembrar a expectativa do processo de adoção, que durou quase um ano, e do primeiro encontro com o filho. Logo retomava o rumo da conversa e contou que faz o estilo mãe moderna. “Sou uma mãe descolada, é só ver as roupinhas que eu escolho para ele, o iPod dele tem muita música legal”, conta, coruja, sobre as canções que coloca para Gabriel dormir. O repertório vai de Amy Winehouse a The Clash, em ritmo de música de ninar.

A sintonia entre eles surpreende. O pequeno não tira os olhos da mamãe e ela conversa com o bebê o tempo todo, arrancando deliciosas risadas. “O encaixe entre a gente é perfeito. Somos até parecidos fisicamente, temos o mesmo tom de pele, o mesmo queixo, o mesmo humor”, enumera, orgulhosa.

O processo de gestação de Astrid foi um pouco mais longo do que o das mães biológicas. Em vez dos nove meses, a apresentadora, de 47 anos, esperou quase um ano para ser apresentada ao primeiro filho.

“Ele não nasceu da minha barriga, mas é fruto do meu coração”, emociona- se. Quando deixou, no final do ano passado, o comando do programa diário Happy Hour, exibido pela GNT e gravado no Rio, a apresentadora já tinha entrado com os papéis para a adoção. Mesmo com o fim do relacionamento de sete anos com o empresário Marcelo Checon, ela não desistiu do processo. Nem mesmo quando reencontrou o antigo colega da época do carnaval de Salvador, o produtor do grupo Chiclete com Banana, Fausto Franco, a quem viu com outros olhos. Ela não queria envolverse com ninguém durante sua “gravidez”, mas não resistiu aos encantos de Fausto e do coração. Astrid tratou de deixar claro que ele seria sempre o “namorado da mamãe”, e mais nada.

FOTOS ROGÉRIO ALBUQUERQUE /AG. ISTOÉ
FOTOS ROGÉRIO ALBUQUERQUE /AG. ISTOÉ
“O encaixe entre a gente é perfeito. Somos até parecidos fisicamente, temos o mesmo tom de pele, o mesmo queixo, o mesmo humor”, compara a coruja Astrid

O produtor teve um papel mais importante. Foi numa ida a Salvador a convite de Franco, em setembro, que ela conheceu Gabriel. Acompanhada de uma amiga, Astrid resolveu visitar o juiz da Vara da Infância da cidade, já que havia optado por adotar uma criança da Bahia ou do Rio de Janeiro, durante o pedido do processo. “Eu tinha ido lá para tomar um café e conversar”, recorda. Uma hora e meia depois, em uma pequena e nada confortável sala de espera, o juiz perguntou se ela queria conhecer um bebê de dois meses e meio e mostrou uma foto. Astrid mal olhou o rostinho da criança no retrato e não cansava de repetir: “Eu quero, eu quero!” Naquela mesma tarde, quando pegou Gabriel nos braços pela primeira vez, ela teve certeza que seu ciclo tinha finalmente chegado ao fim. “Ele se encaixou perfeitamente em meus braços e eu só falava: É meu filhinho! É meu filhinho!”, conta.

Durante a fase de adaptação, que dura em média um mês, Astrid não teve dificuldade de cuidar do filho, mesmo sem a ajuda de uma enfermeira. O único contratempo, conseguiu contornar graças à intuição materna. Ao tomar sua primeira vacina, Gabriel teve uma reação e chegou aos 38 graus de febre. Em vez de comprar a versão do antitérmico específico para bebês, a apresentadora comprou o frasco infantil. A diferença entre eles era o método de aplicação. A apresentadora percebeu que não conseguiria dar a Gabriel com o copinho dosador e teve a idéia de esguichar o liquído na boca do bebê com a ajuda de uma seringa.

Depois descobriu com o pediatra que o medicamento para bebês vem com essa forma de aplicador. “Tirei tudo de letra”, gaba-se a mamãe de primeira viagem. Mas a família da apresentadora pode mesmo aumentar nos próximos anos, já que ela tem planos de dar uma irmãzinha para o primogênito. “Sabe quando você começa a flertar com a idéia?”, antecipa a mãezona

Fonte: http://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/481/artigo116973-1.htm