Adoção: Amor não combina com preconceito

Adoção inter-racial comprova o óbvio: amor não combina com preconceito

Aumenta número de adotantes indiferentes à raça, mesmo que lentamente o quadro está mudando no Brasil

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Apesar de vivermos em um país onde a Constituição garante que “Todos somos iguais perante a lei”, a realidade é bem diferente, a intolerância às diferenças raciais ainda se configura na atitude de adotantes que demonstram suas preferências, geralmente por crianças brancas.

No entanto, dados de dezembro de 2012 do Cadastro Nacional de Adoção revelam que há mais pessoas interessadas em adotar crianças ou adolescentes de qualquer raça. No mesmo mês de 2010, 31,4% das 30.378 pessoas cadastradas não se importavam com a raça da criança ou adolescente disponível para adoção. Dois anos depois, a porcentagem cresceu para 37,75% dos 28.780 pretendentes cadastrados.

O autor de “Amor à Vida”, Walcyr Carrasco, decidiu mudar os rumos dos personagens, Nico (Thiago Fragoso) e Eron  (Marcello Anthony), o casal gay de “Amor à Vida”, que está no processo de adoção de Jaiminho, o ator Kaiky Gonzaga.  A intenção do autor é levantar a discussão sobre a discriminação sexual e racial.  No folhetim, o escritor deixa bem claro que o amor pode superar qualquer barreira.

Mesmo que muito lentamente as coisas estão mudando no Brasil. Há dois anos, o percentual de pessoas que só aceitariam adotar crianças ou adolescentes se a raça deles fosse branca superava em 5,83%, o dos indiferentes à raça do adotado. Hoje, a relação se inverteu: há 3,55% mais indiferentes em relação ao perfil étnico das crianças do que os pais em potencial que só teriam filhos adotados da raça branca.

Pais famosos como Angelina Jolie e Brad Pitt, Madonna, Nicole Kidman e Tom Cruise são exemplos quando o assunto é adoção. Todos adotaram criança de partes diferentes do mundo; como, Camboja e Etiópia convivem de forma harmoniosa e feliz.

Aqui no Brasil o número de crianças pardas esperando para serem adotadas diminui. Segundo dados Conselho Nacional de Justiça em dois anos, o número caiu de 4.020 para 2.559. Já a comparação dos dados do CNA mostra que o percentual de interessados em adotar apenas crianças menores de um ano caiu de. 19,6% do total de adotantes, atualmente são 16,16% do total.

Fonte: https://www.espacodamamae.com.br/noticia.php?id=975

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Presidente do Instituto Amigos de Lucas – Crianças que estão nos abrigos e foram esquecidas pela justiça! Não estão no Cadastro Nacional da Adoção!!

Queridos,

Alguém aí assistiu esta entrevista do Jornal do Almoço, RBS com a Rosi Prigol presidente do Instituto Amigos de Lucas??

Absurdo!!! Crianças que estão nos abrigos e foram esquecidas pela justiça! Não estão no Cadastro Nacional da Adoção e passam a vida num abrigo, e quando saem com 18 anos estão sem uma família, sem referência nenhuma!!!!!

Presidente do Instituto Amigos de Lucas diz que preferência por um perfil de adoção é mito

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Luciane