Danilo & Amanda

Mais um lindo book da gestação do coração!

A adoção sempre foi um assunto tranqüilo para nós e, quando nós nos casamos e os planos de termos filhos ficaram mais reais, essa possibilidade ficou ainda mais viva. Acreditamos que a paternidade e maternidade pode se dar por mais de uma forma e a nossa será pela adoção! Essa foi uma escolha muito bem pensada e planejada, que nos trouxe muita alegria, não foi por nenhum momento nosso plano B. Tanto é que nos casamos em abril de 2013, entramos com o processo de pretendentes à adoção 4 meses depois e, em abril de 2014, quando completamos 1 anos de casados, nós fomos inscritos no CNA. E agora, que estamos completando 2 anos de casados e 1 ano de gravidez do coração, nós comemoramos fazendo algumas fotos para registrar esse momento especial que estamos vivendo! Apesar de não sabermos quando o nosso bebê chegará para nós, estamos vivendo essa espera muito felizes, serenos e com o coração cheio de amor pelo nosso filho(a)! Danilo & Amanda

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15 comentários sobre “Danilo & Amanda

  1. Que lindo esse casal. Como eu gostaria de ser assim. Me tiraria das costas e da alma um sofrimento que já dura 2 anos.
    Há quase 4 anos comecei a tentar engravidar. Fiz tudo conforme manda o figurino, fui a medica, fiz exames de sangue, comecei a tomar ácido folico e passei a orar pelo filho que ainda nem existia.
    Depois de 1 ano e meio de tentativas começamos a pesquisar o que havia de errado. Meu coração me dizia que estava tudo bem e que as coisas iam se resolver. Mas se passaram uns 6 meses de exames caros e dolorosos ate que descobri que meu marido possui microdelecao no cromossomo y, um problema genético relativamente raro que causa infertilidade.
    De lá para ca estivemos em quase 10 médicos diferentes, de urologistas a geneticistas. Ate ao Sírio Libanês em SP já fomos. E sempre o mesmo sofrimento. A chance ficar grávida naturalmente não existe e as chances via tratamento são mínimas, pois ele não produz espermatozoides como os outros homens.
    Enfim… Eu nunca fui o tipo de mulher que só pensa em maternidade, essas coisas. Mas quando essa chance me foi tirada foi realmente horrível.
    Se fosse definir como me sinto hoje, diria que estou morta por dentro. Não sou feliz. Finjo o tempo todo para nao fazer meu marido sofrer mais do que ele já sofre.
    No ano passado comecei a pensar em adoção. Nunca foi uma vontade na minha vida, vou ser honesta. Mas estava me abrindo a essa possibilidade. Estive numa reunião da Vara da Infância que cuida disso no RJ e me apavorei. Sai de lá mais confusa e triste. A assistente social disse que eu e mts outros casais ali presentes poderíamos estar vivendo ainda o luto da infertilidade.
    Eu quero muito sair dessa situação. Quero ter meu filho nos braços, não me importa a cor ou o sexo, se é bonito ou feio. Mas ainda não me sinto pronta para adotar. Nao sei ate que ponto seria justo com a criança ser adotada por um casal que nunca cogitou essa hipótese, mas se viu diante de uma grande provação da vida.
    Enfim… Desculpe o desabafo enorme. Admiro muito esse casal aí em cima, que tem tanto amor no coração e que optou pela adocao e não foi obrigado a ela. Se Deus quiser um dia serei assim. E meu marido também.
    Ana Paula

    • Oi Ana Paula, saiba que vc não é a única a passar por isso. Agora, minha pergunta para vc refletir é: vc quer engravidar ou quer ser mãe? A adoção não é uma maternidade de segunda linha, tenha esta certeza. Me sinto 10000% mãe, realizada e amo meu filho mais que tudo. Em nenhum um momento penso que o amaria mais se ele tivesse sido gerado na minha barriga, afinal no meu coração certamente ele foi. Acredito que na vida tudo tem um propósito, e que talvez pensarmos que o que seria um plano B, na verdade é o plano A! Desejo que vc supere esta fase do luto da infertilidade e que abra o seu coração para ser amada por uma criança gerada no seu coração. Com amor, Luciane

    • Oi Ana Paula e Luciane, resolvi entrar na conversa!

      Ana Paula, fiquei comovida com as suas palavras… Acredito que cada pessoa reage de uma maneira a esse tipo de situação na vida, o que é muito natural. No meu caso, o problema de fertilidade é meu e eu já sabia dele há mais tempo. Contei para o meu marido quando nós decidimos que ficaríamos noivos. Ou seja, nós já casamos sabemos dessa situação e acredito que isso faz toda a diferença na minha história, pois eu pude “digerir” essa questão com mais calma, com mais tempo, antes mesmo de eu já estar pensando em engravidar. Eu até poderia tentar engravidar a partir de um tratamento (Fertilização in Vitro), mas eu e meu marido conversamos muito e decidimos que nós não queríamos nos submeter a um tratamento que também seria muito desgastante para mim (para nós) e que poderia nos trazer sofrimentos e frustrações. Meu marido é um companheiro maravilhoso que me deu todo apoio do mundo! Um dia, conversando sobre adoção, tratamento, etc., ele me perguntou: você faz muita questão de ficar grávida? Eu disse: não! Mas eu quero ser MÃE! Ele me disse: Pronto: Então tá resolvido! Neste dia, pegamos todos os meus exames (muitos!), colocamos tudo numa gaveta e, junto com eles, um peso enorme que eu carregava nas costas, um peso advindo de uma imposição social de que as mulheres têm necessariamente que engravidar. Que caiam por terra todos os padrões! Optamos que seríamos pais pela adoção, ficamos imensamente felizes, entramos com o processo e agora estamos na fila já a quase 1 ano! Tem sido uma espera tranquila e feliz, nossa família também está muito feliz por nós e pelo nosso filho que está para chegar! Mas essa é a minha história e nem sempre foi fácil pra mim! Eu aprendi a lidar com essa minha ‘limitação’ com o apoio da minha família, meu marido, com minha própria força interior, minha alegria de viver. Ah sim, essa eu tenho! Acho que vale a pena levar a vida com leveza, com alegria, com esperança! Eu nunca fiz disso uma “cruz” para eu carregar e um lamento na minha vida. É a minha história e eu a vivo intensamente e feliz! Torço para que você encontre uma forma de lidar com essa questão na sua vida, com serenidade. Que isso não abale o seu ânimo, sua alegria, sua vida pessoal! Se você tiver que ser mãe pela adoção, que tudo seja feito com muito amor, pois aí você será feliz e realizada! Você vai encontrar o seu caminho, pode ter certeza!

      Grande abraço e obrigada pelo carinho!
      Amanda

  2. Obrigada Luciane e a você Amanda por palavras tão gentis.
    Luciane, eu acho que não poder ficar grávida é uma situação com a qual eu consiga conviver bem. Menos mal. É apenas uma sensação ruim que me ronda de que algo me foi tirado, que me dói, pois eu me preparei para esse momento especial. Mas eu tenho que superar. Não da para viver assim para sempre. Tenho total consciência disso.
    Amanda, me solidarizo com sua história. Hoje seus dias são ensolarados, mas imagino que em algumas vezes você possa ter sofrido. Fiquei contente de conversar com quem passa pelo mesmo problema, porque no geral as pessoas não falam sobe o assunto e me sinto cada vez mais sozinha.
    Desejo de verdade tudo de melhor para vocês e suas famílias.
    Obrigada por se importarem.
    Um dia eu volto aqui com um relato feliz, tenho fé.
    Beijos
    Ana Paula

    • Oi Ana Paula, pode ter certeza que sofri sim, muito. Mas como eu lhe disse, não fiquei remoendo isso, aprendi a lidar com essa situação, com essa dor. Hoje posso dizer que passei por um processo de SUPERAÇÃO! Mas não é simples, isso leva um tempo… E cada um tem o seu.

      Também desejo tudo de melhor para vocês! Fiquei feliz em conversar com você!
      Beijos,
      Amanda

  3. Ana Paula, Luciane e Amanda,

    Resolvi entrar na conversa também!
    Meninas, vivo a mesma situação da Ana Paula, e realmente os dias não são fáceis e quando achei este blog gostei muito.
    Estamos tentando ter um filho desde dezembro de 2012 e ainda o sonho não se realizou, em julho de 2013 descobrimos que o meu marido possui microdeleção no cromossomo y e desde então um caminho longo tem sido percorrido. Em novembro de 2014 entramos com a documentação para adoção e por enquanto nada.
    É desgastante, cansativo, triste, mas não podemos parar nossas vidas, pois Deus sabe de todas as coisas…
    Sei o quanto é difícil para ti Ana Paula, que é uma situação bem difícil, pois por onde andamos tem gente gravida, falando sobre filhos, mães dando seus filhos, enfim… e agora que chega o dia das mães, mais complicado e triste tudo fica. Mas te digo por experiencia própria: não desanima, tenha fé e pensa que o melhor de Deus esta por vir para as nossas vidas.
    Quando penso na adoção, penso como um dom de Deus para “salvar” , mudar o destino de uma criança que possivelmente não teria chance alguma.
    Quando leio esta pergunta: você quer engravidar ou quer ser mãe? por muito tempo eu queria engravidar, agora eu quero ser mãe e tenho certeza que Deus não vai me privar disto!
    E quero que tenhas forças para que continues a caminhada firme… converse com Deus, coloque todas as suas expectativas nEle, pois é ele quem dá o dom da vida.

    Deus abençoe vocês!
    Bjs

    • Caras Jane, Ana Paula e Luciane,

      Aproveito a fala da Jane para colocar mais uma reflexão para nós, na verdade uma frase que escutei numa palestra do sr. Luiz Schetini no CONADOTE: ele nos diz que a ADOÇÃO tem um poder de REPARAÇÃO, tanto para os pais adotantes quanto para a criança adotada. Ou seja, nós não apenas estaremos salvando a criança e mudando o seu destino, estaremos tambem nos salvando, de nossas dores, nossos sofrimentos! E eu sinto exatamente isso: sinto que todas essas minhas dores serão reparadas quando eu estiver com meu/minha filho/a nos meus braços! Aliás, é esse o meu desejo para todas as futuras Mães e Pais que, assim como nós, esperam ansiosamente por nossos filhos!

      Grande abraço e muito obrigada por essa conversa tão importante e reconfortante!

      Amanda

  4. Caras Jane e Ana Paula,

    Queria aproveitar para falar mais uma coisinha. Eu já estou nesse caminho há mais tempo que vocês, já faz um ano que estou habilitada. E posso afirmar que esse tempo de espera é muito importante, é um tempo de formação, preparação, leituras e amadurecimento. Posso afirmar que hoje eu e meu marido somos muito mais seguros da nossa decisão que há dois anos atrás, quando iniciamos o nosso processo. E o Blog Gravidez Invisível tem um papel fundamental na nossa história, tenho muito a agradecer a Lu por isso… Foi neste Blog que eu fiquei sabendo, por exemplo, do I CONADOTE, onde eu comprei o curso e estamos tendo a oportunidade de assistir a tantas palestras e aprender tanta coisa… Fizemos as fotos (foi tão especial!) e também um lindo scrapbook contando a nossa história, só falta o último capítulo, que é a chegada do nosso bebê! Agora estou escrevendo um Diário da minha gravidez invisível, também por sugestão da Lu, e tem sido de fato terapêutico!

    Estou contando um pouco pra vocês a minha história para vocês verem como tudo é gradual, tem seu tempo, e que também tem muita beleza em esperar um filho pela adoção! Acho é que precisamos nos preparar bem e que isso é fundamental!

    Grande abraço para vocês! Obrigada por terem vindo aqui e comentado, para iniciarmos essa conversa!
    Amanda

  5. Oi Ana Paula e Jane,

    Conheci Amanda há pouco mais de dois anos quando começamos a trabalhar juntas.
    Isso aconteceu pouco tempo antes do casamento dela e Danilo.
    Ela estava radiante e contagiava o ambiente com sua alegria.
    Seria somente por causa do casamento? Hoje eu sei que não.
    O casamento era mais um capítulo do livro da vida chamado “Danilo e Amanda”.
    Os capítulos dessa história estão sendo escritos página por página… assim como a de vocês e a de todos nós.
    Cada livro é um livro e cada história de vida trás consigo seus momentos.
    Fui agraciada com a amizade da Amanda e conversamos sempre sobre nossos assuntos pessoais.
    Tenho acompanhado a “Gravidez Invisível” deles e a cada dia fico mais encantada com tudo que ela me mostra.
    A espera está sendo preparada com muito amor e dedicação: é uma gravidez real. Acreditem!
    Não precisamos visualizar a barriga da Amanda crescendo para acreditarmos que ela está grávida.
    Somente não sabemos o dia e a hora que o bebê vai chegar, mas, ele vai chegar. E é isso que realmente importa.
    Terá início um novo capítulo com o título: “O filho da Amanda e do Danilo”.
    É a maravilha da criação de Deus se manifestando em um lar que acolhe com amor!
    Força e fé, Deus não nos abandona jamais.

    Abraço grande

    Edilene

  6. Olá Jane, Luciana, Edilene e Amanda!

    Jane, é bom poder “conversar” com alguém que tem o mesmo problema que eu. Nunca encontrei na internet ou pessoalmente alguém que o marido também tivesse microdeleção no cromossomo y ou que falasse abertamente sobre isso. Você foi a primeira! Acredito que por acabar levando à inseminação com doador (quase sempre em segredo), as pessoas não tocam no assunto. Não conheço a sua jornada até o seu coração se decidir pela adoção, mas eu venho batalhando sozinha para encontrar os melhores médicos do país. Sempre sozinhos, eu e ele. É um problema genético do qual jamais tinha ouvido falar. E é meio tabu. A infertilidade masculina ainda é marcada por preconceitos e vergonha.

    Não sei no caso do seu marido, mas há deleções mais benignas como dizem os médicos, em que há esperança (a do meu marido é intermediária, grave, mão não a mais grave)… De qualquer maneira, fico feliz que você tenha encontrado o caminho certo para vocês, a adoção. Meu marido tem uma irmã adotiva. A verdade é que ele nunca se refere a ela assim. É irmã e ponto final. É filha e ponto final.

    Ainda não sabemos o que o futuro nos reserva. Mas como a Amanda disse (e que me marcou muito, me fez chorar de verdade) “eu vou encontrar o meu caminho”…

    Um beijo enorme a todas vocês!

    Ana Paula

  7. Oi gente.. Vou entrar no meio da conversa tb.
    Conheci o blog há pouco tempo, melhor dizendo, essa semana. Estou adorando.
    E posso dizer que filho é a melhor coisa do mundo.
    Quando comecei a tentar engravidar descobri que não podia, tenho aderência nas trompas.
    Tentamos FIV mas tb não consegui engravidar.
    Nunca tínhamos pensado em adoção. Mas por mim tudo bem. Meu marido precisou de um tempo pra pensar no assunto.
    Por fim, resolveu que entrariamos com o processo pra adoção.
    Hoje temos nosso filho, está com 2 anos e 8 meses.
    E meu marido diz que não sabe se amaria tanto um filho se ele fosse biológico, quanto ama nosso filho.
    Desejo paz pra vocês e vale a pena a espera..
    Beijo

  8. Oi Mônica, que alegria senti ao ler o seu comentário!
    Eu e meu marido estamos na fila há 18 meses, nosso coração está cada vez mais cheio de amor e nossa família e amigos esperando com a gente!
    Tenho certeza de que toda essa espera vai valer a pena, está sendo importante para o nosso amadurecimento também!
    Abraço carinhoso e desejo toda a felicidade do mundo para a sua família!

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