Cadastro Nacional de Adoção – CNA

Cadastro Nacional de Adoção (CNA)

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O Cadastro Nacional de Adoção é uma ferramenta criada para auxiliar juízes das varas da infância e da juventude na condução dos procedimentos de adoção.

Lançado em 29 de abril de 2008, o CNA tem por objetivo agilizar os processos de adoção por meio do mapeamento de informações unificadas. O Cadastro possibilita ainda a implantação de políticas públicas na área.

Para entender como funciona o Cadastro, acesse o Manual do Usuário:

O processo de adoção no Brasil leva, em média, um ano. No entanto, pode durar bem mais se o perfil apresentado pelo adotante para a criança for muito diferente do disponível no cadastro.

No Cadastro Nacional de Adoção (CNA), segundo dados de outubro de 2013, das 5,4 mil crianças e jovens para adoção, 4,3 mil (80%) estão na faixa etária acima de 9 anos. No banco de crianças disponíveis para adoção do DF, crianças com menos de 12 anos são minoria. Ainda assim, só no ano passado, a Justiça do DF autorizou 167 adoções. Em 2010, foram 195. A realidade não é diferente nacionalmente.

Fonte: http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/infancia-e-juventude/cadastro-nacional-de-adocao-cna

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7 comentários sobre “Cadastro Nacional de Adoção – CNA

  1. eu e meu marido estamos cadastrados há quase 2 anos no CNA (Cadastro Nacional de Adoção) mas ainda temos algumas dúvidas, já que infelizmente nos sentimos órfãos em relação as informações e a maneira como são passadas pela “nossa” Comarca e como somos tratados a última vez que estive no Fórum para sanar essas dúvidas perguntei “nossa posição na fila” eramos o casal 100º, questionei se “aparecesse” alguma criança de outra comarca/cidade como deveria proceder… O que me falaram ” – Senta e Espera, é o melhor que vc pode fazer, porque se vc for para outra comarca o juiz pode entender que você esta burlando a fila e tomar a criança de você…”… Toda nossa família e amigos sabem que “estou grávida” uma gravidez diferente (Gravidez Invisível) esperando nosso presentinho chegar, e diante disso conhecidos chegaram e falam conheço fulana que esta gravida e quer dar o filho você não quer? Liguei / Fui no Fórum para saber como deveria proceder diante dessa situação para fazer tudo certinho… e me senti como se eu estivesse fazendo algo errado, fiquei com medo, porque fazem um terror, a forma como falam (tom) me incriminando como se eu já tivesse pego a criança, como se eu fosse uma sequestradora… O que me falaram “- o melhor que vc tem a fazer é, não fazer nada, não pega essa criança de jeito nenhum, por que se não o juiz tira vc do CNA e aí que nunca mais vc vai poder adotar uma criança”… não era essa a minha intenção, se estava indo lá em busca de informação porque quero fazer a coisa certa… e sai de lá como se já tivesse feito algo de errado…
    Me senti muito mal, por não poder fazer nada pela pessoa/mãe que queria dar o filho, pelo bebê-chorei dias; depois fiquei sabendo que a menina deu no hospital mesmo uma enfermeira “pegou” e tendo conhecidos no fórum conseguiu regularizar a situação mais fácil… A decepção vem e bate forte… poxa quantas pessoas irão passar na minha e de outras pessoas que estão na fila fazendo a coisa certa, se sempre tem alguém para dar um jeitinho… (desabafo)
    Minha dúvida continua se “aparecer” uma criança de outra comarca/cidade posso adotá-la? como devo proceder legalmente o que devo fazer?

  2. Bom dia!
    Me chamo Paloma, tenho 29 anos. Sou divorciada.
    Me casei em 2007 com 21 anos, como sempre quis ser mãe, eu sempre tentei engravidar. Mas descobri alguns problemas como SOP. Pré diabete. Tirei um pólipo. Fiz tratamento para engravidar e nada. Sempre pensei em adotar, mas as pessoas diziam q eu ainda era nova e podia tentar e esperar um pouco. Em 2012 me divorciei. Mas passei por uma fase ruim, fiquei em depressão profundo e precisei me internar em uma clinica psiquiátrica.
    Mas sempre com o sonho de ser mãe. Me recuperei da depressão depois de quase dois anos. Durante esse tempo me cuidei e continuei exames e tratamentos, mesmo sem parceiro, eu queria me cuidar para que na hora certa eu pudesse engravidar. Dentre todos os exames que fui submetida e nunca dava nada. Eu fiz um que detectou que eu tenho trombas obstruídas. Procurei levar o exame em médicos diferentes para ter opiniões. E todos eles explicavam a mesma coisa, e diziam que eu não poderia engravidar naturalmente, que será impossível. Mas que eu poderia tentar a FIV. Mesmo assim sabendo que eu não poderei ter sucesso.
    Como sou solteira, e tive esse problema psiquiátrico. Descartei total a possibilidade de adotar. Não que eu não queira (quero muito) mas o médico disse que eles não irão permitir que uma pessoa que tenha se internado em uma clinica psiquiátrica, adote uma criança.
    E vamos ser sinceros, isso é bem provável.
    Pensei em várias maneiras, pois minha ex cunhada é enfermeira e sempre me contava as histórias de mulheres que largam os filhos no hospital.
    Fora os casos das que jogam o filhos no lixo né!!! É cada caso de entristecer e revoltar a nós que queremos tanto ser mães.

    Eu prometi a mim mesma que nunca irei desistir do meu sonho de ser mãe, seja da maneira que for, eu apenas quero ser mãe, poder dar todo meu amor, carinho, atenção, cuidado, aprendizado, educação… O sentimento de ser mãe, do amor de mãe, não vem apenas de gerar uma criança do meu próprio ventre. Não!!! O meu desejo partiu do coração e sei que serei uma mãe maravilhosa.
    Eu quero poder olhar pra trás e diz, eu fiz de tudo o que era possível para ter meu filho.

    Quero muito entrar na fila de adoção. Mas tenho medo das coisas horríveis que posso ouvir. Por ser solteira e por ter dito esse problema psicológico.
    Porque ainda faço tratamento psicológico e psiquiátrico. Não tomo mais nenhum tipo de medicamento a 6 meses. Mas ainda assim a psiquiatra não quer me dar alta médica para eu sair do INSS. Pois a preocupação é que eu tenha recaída.

    Minha família me apoia na minha decisão em adotar. É claro que tem uma exceções, como minha avó que disse que se Deus não quis é pq não é para eu ter e q se eu fizer isso um dia meu filho vai jogar muita coisa na minha cara!!!
    Mas eu sei q irei ouvir esse tipo de opinião.
    Mas a grande maioria, como meus pais, tios, primos, dizem que é o certo a se fazer e que com certeza dou conta de ser mãe e pai de uma criança.

    Estou confiante! E pronta para lutar pelo meu filho (a)!

    beijos e fiquem com Deus!!!

    • Oi Paloma, continue o seu tratamento, e de tempo ao tempo. Vai chegar a hora que vc vai se sentir confiante para entrar com o processo. Todos nós temos problemas, vc passou por uma fase difícil e está fazendo um tratamento, mas isso não determina que vc é. Tenho certeza que na hora certa vc vai entrar com o processo e nem pensar no passado que deve ficar pra trás! Que Deus te abençoe. Grande beijo, Lu

  3. Eu sofria em não poder engravidar naturalmente, até achava que era castigo de Deus por algo. Sofri muito com a separação e posterior morte do meu primeiro marido, tive depressão fiquei muito mal. Más tudo passa, me casei de novo com um homem maravilhoso, comecei a frequentar a psicóloga depois de muito resistir, pois achava que os remédios resolveriam mais rapidamente meus altos e baixos. Tirei o útero um mioma de 600 gramas então resolvi pensei agora não tenho mais opção tenho de me conformar. Más na conversa com a psico me descobri querendo adotar algo que sempre fui a favor desde muito nova mas tinha tirado da mente graças a experiencias ruins que familiares falavam. “Afinal ninguém fala dos que dão certo. Abri minha mente e meu coração meu marido me apoiou, contei somente para quem me apoiaria pq soube da demora. Imediatamente dei entrada nos papeis dia 14/05/2015 e aguardo olhando no site do TJMG todos os dias várias vezes por dia me falaram que só á habilitação pode levar de 6 meses a 1 ano me sinto uma grávida ansiosa, cheia de interrogações: vou conseguir? Quando vai ser? Como vai ser nosso filho ou filha de que idade vai ser? Estou sofrendo más a psicologa está me ajudando muito estou me controlando bem tenho certeza de que nosso filho nos espera ou filha não sei seu rosto, cor da pele, sexo más sei que vamos conseguir fazer uma criança se sentir amada…

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