Adoção: Contando a história da família através de um álbum

Queridos,

Compartilho com vocês a história e a ideia da Karla Karine Mediotti. Pois bem, ela está preparando um álbum de scrapbook da família super legal!! 

Lembram do post sobre o diário da adoção no qual contamos um pouco sobre como é a técnica do scrapbook? Segue o link: http://gravidezinvisivel.com/gravidez-do-coracao/a-importancia-do-diario/ 

Vale a pena conferir o relato dela!

Beijos com carinho, Lu


Nossa história com adoção começou assim que começamos a namorar e falei para o Bruno que queria adotar. Sempre sonhei em adotar, nunca me imaginei grávida… Mas até então queríamos adotar um bebê. Somente nesse ano, ao receber em minha sala de aula uma aluna de 5 anos que estava abrigada, que tudo mudou…
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Fomos visitar o abrigo e conhecemos outras crianças “maiores” abrigadas. Nesse momento tudo mudou pois percebemos que crianças abrigadas não são tão independentes quanto achavámos que eram. Muito pelo contrário, percebermos que quanto mais “velhas” as crianças forem, mais abertas estão para uma aproximação!!!
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Então, a saga começou em março quando entregamos toda papelada. Em Junho fizemos o curso. Em Outubro fizemos a entrevista com o Assistente Social, quando traçamos o perfil: menina de até 8 anos, e, logo recebemos a visita em casa. Por fim, em Janeiro do ano que vem passaremos pela avaliação psicológica.
Com o passar do tempo a ansiedade passou a bater então não consegui me segurar mais e comecei a preparar o que dava, então comecei a registrar tudo que IMG-20141222-WA0117_resizedfazíamos para depois fazer um scrapbook. Essa semana passei numa lojinha que amo e vi esse livrinho de scrap que dá pra levar na bolsa e comprei lógico… cheguei em casa e resolvi 20141221_195930_resizedfazer o álbum pois acho uma boa apresentar a família em fotos pra não ser tão surpresa o primeiro encontro. Então fiz o scrap da família, tem até as dogs rsrs, e agora penso em completar com fotos da nossa casa e dos preparativos que estamos fazendo! 20141221_200047_resized

Obrigada pelo carinho e parabéns pela iniciativa do site, com certeza está ajudando e inspirando muitas pessoas assim como me inspirou a fazer um álbum da gravidez do coração quando nos habilitarem!
Beijos, Karla
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Como Fui Escolhida – Uma História de Adoção Tardia

Gente, a história da Romilda é linda demais!!!! Li o testemunho dela em outro blog, entrei em contato por email e ela autorizou a publicação aqui no blog. Que história linda, imperdível!!! 

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“Em minha história de vida existiram muitas perdas e começaram precocemente, porém contribuíram para minha formação e fortalecimento.

Nasci na cidade de Cachoeirinha/RS, aos meus dois anos de vida meu pai biológico faleceu. Tenho poucas lembranças dele, mas uma vívida em minha mente é de cavalgarmos, ele me segurava de forma muito afetiva e protetora.

Já minha mãe biológica faleceu na minha presença, quando eu tinha apenas sete anos de idade. A partir deste dia minha vida mudou, pois minha irmã mais velha e eu fomos morar em outra cidade com um casal de conhecidos.

Porém, mesmo antes de eu nascer, Deus já tinha tudo planejado… recém-casada, “minha irmã do coração”, foi viver em uma cidade próxima àquela na qual eu estava. Seu esposo acabou conhecendo minha história e dividiu com ela, que por sua vez ligou para São Paulo e contou à mãe. Minha, então futura, mãe estava triste, pois já que sua filha primogênita acabara de se casar e mudara para o Rio Grade do Sul. Ouviu a história atentamente e, segundo ela, bastante comovida fez apenas uma pergunta: “Ela não tem mais ninguém? Se não tiver e ela quiser vou buscá-la”.

Minha futura irmã então me contou de São Paulo e perguntou se gostaria de “ter uma nova família”. Confesso que fiquei dividida, ora era uma oportunidade incrível, mas eu não queria ficar longe de minha irmã biológica. Conversei com ela que me convenceu das vantagens de ter uma nova família, e foi assim que eu aceitei… mesmo com medo.

Logo, minha nova mãe foi me conhecer e me buscar. Podemos dizer que foi “amor à primeira vista”, aquele olhar meigo e terno e o sorriso dócil me cativaram.

Chegando a São Paulo conheci meu novo pai e meu novo irmão, os quais estavam ansiosamente me aguardando. Eu estava com medo e tímida, mas todos foram muito compreensivos. Eu tinha apenas oito anos quando “nasci” nesta nova família.

Fomos ao juizado; entrevista com assistente social, entrevista com psicóloga, entrevista com juiz… todos preocupados com meu bem estar e se realmente era isto que eu queria. Naturalmente, eu não tinha dúvidas que esta nova família me amava.

Um ano depois de meu “nascimento”, minha “certidão” estava pronta. Era oficial!

Não vou dizer que foi fácil, pois toda a adaptação leva tempo e é complicada. Adaptar é harmonizar, acomodar, adequar sentimentos, a vida.

Não consigo imaginar como seria minha vida se meus pais não tivessem me adotado, se eles não tivessem decidido investir nesta relação, por medo e insegurança, como muitos fazem. “Adotar? Pode dar problema!” “Não conheço a família.” “E a genética?”

Meus pais não pensaram nisso. Apenas agiram com o coração, com o amor! Como minha mãe me falava: era seu desejo ter três filhos, desde solteira. Me contava que, após ter meus irmãos, sonhava com uma terceira criança, mas não conseguia ver o rosto. Depois que “eu nasci” na família, ela teve certeza que eu era a criança dos seus sonhos.

Sempre fui muito companheira de meus pais, minha mãe era minha confidente, amiga, conselheira. Meu pai ciumento, protetor e dedicado. Meus grandes exemplos.

Hoje já não tenho meus “pais do coração comigo”, mas sempre me senti muito especial, amada por eles me deram tudo o que sempre precisei. Estudo, amor, um lar… o mais precioso que eu podia receber: a estrutura de um lar onde eu era amada e onde eu amava! Nunca me vi como uma filha adotiva, mas como uma filha biológica! Ora fui tão amada e desejada, como poderia ser diferente? Meus pais poderiam não ter me escolhido, mas o fizeram; e mesmo antes de me conhecer. Sou muito privilegiada!

Foi nesse lar que eu aprendi mais e desenvolvi grande relação com o Criador do Universo. Foi nesse lar onde eu recebi a base de uma família para hoje ser mulher sábia em meu lar. Foi nesse lar que eu recebi a chance de me tornar quem sou hoje. Já que eu poderia ser mais uma criança sem ‘eira nem beira’ como tantas outras por aí.

Deus me deu uma chance, meus amados pais aceitaram a chance de serem instrumentos nas mãos d´Aquele que já tinha o propósito de minha vida. Hoje eu sou extremamente feliz em meu lar, sou psicólogo graças a formação que meus amados pais me proporcionaram e sou esposa graças aos incansáveis esforços deles em me ensinarem tantos dos valores que carrego hoje. Sou feliz porque tenho um Pai no céu que não me desampara e que jamais me desamparou! Almejo, com toda minha alma, reencontrar meus pais num futuro não tão distante…”

Dados de contato:

Romilda Alessandra Pedromo Trindade, 32 anos, casada. Psicóloga. E-mail:romipedromo@gmail.com

Filhos adotivos têm lugar no coração dos pais desde as Escrituras

A princesa egípcia e Moisés, Noemi e Rute, Eli e Samuel, Davi e Mefibosete, José e Jesus são exemplos de pais e filhos adotivos encontrados na Bíblia. A adoção encontra seu espaço atualmente nos veículos de comunicação, que tentam preparar pais e “filhos do coração” para uma caminhada cheia de graça, amor e dificuldades.

Segundo a psicóloga Cyntia Marques, o relacionamento da criança com sua família molda sua auto-imagem, tem papel fundamental para sua história e interação com o mundo externo. Por isso, “o relacionamento familiar é básico na vida de todo o ser humano”.

Jesus e José

O encontro

Após 6 anos de casamento e sem filhos, Siomara Gonçalves e Marcos Borges resolveram adotar seu primeiro filho, Gabriel: “Diante da dificuldade de engravidar, Gabriel chegou para nós através de uma amiga. Ainda não tínhamos nos cadastrado”, afirmou Siomara. Porém, alguns anos mais tarde, decidiram ser pais do coração mais uma vez e adotaram Maria Clara. “Na verdade, Marcos e eu não tivemos dificuldade nenhuma. Gabriel e Maria Clara chegaram para nós como se viessem com uma ‘cegonha’. É verdade, não os procuramos. Fomos avisados da possibilidade de adotá-los por uma amiga que ficou sabendo em relação ao Gabriel, e por uma médica que viu Maria Clara na maternidade”, testemunhou o pai.

Legislação

Entretanto, nem todas as pessoas encontram tão facilmente seus filhos, segundo o advogado e presidente do Instituto de Advogados Cristãos do Brasil(IACB), Doutor Gilberto Ribeiro, para adotar uma criança é necessário ter mais de 21 anos. Se casado, o pedido deve ser feito em ambos os nomes, ser no mínimo 16 anos mais velho que o pretendido e procurar a Vara da Infância e da Juventude portando o documento de indentidade.

“A legislação brasileira, Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, é uma das mais avançadas. Por óbvio há problemas, pois como toda a lei, o ECA é uma construção humana, aplicada por humanos; contudo, considero muito razoável e creio na sua eficácia”, afirma o Dr. Ribeiro.

Relacionamento

A lei não é o único quesito na adoção, o relacionamento e seu aprofundamento ainda estão nas expectativas de muitas pessoas que desejam adotar um filho.

“O  ato de adotar requer grande disposição mental e emocional, além de uma disponibilidade autêntica, é imprescindível a decisão de amar incondicionalmente, pois é desse tipo de amor que  um filho necessita. Enfim, o casal ou a pessoa que adota, precisa ter claro para si o que significa esta criança. O acompanhamento de um terapeuta familiar bem preparado é muito benéfico nesta ocasião”,  define Ligia Galvão, mãe adotiva.

O fato de tratar de igual forma os filhos biológicos e os adotivos ainda geram preocupações, porém, para Sara Vargas,  mãe biológica do Lucas e adotiva de Jéssica e das gêmeas Kelly e Kathleen, isso não funciona nem com os filhos consangüíneos.

“Um grande sofisma é pensar que precisamos tratar todos os filhos da mesma forma.  Tratar com igualdade os desiguais é um dos maiores equívocos que podemos cometer.  Cada filho tem uma linguagem; um se sente amado e querido quando o colocamos no colo, outro quando paramos tudo para brincar com ele.  Também quando precisamos corrigi-los, se deixamos um sem a TV por um determinado período, isso realmente o afeta e é uma restrição eficaz para a correção, mas para o outro que não se importa com TV, não vai funcionar.  Precisamos amar a todos, e por amá-los,  sermos sábios para discernir a maneira de tratar com cada um e atender às necessidades de cada um.  No processo de educação de filhos, todos nos equivocamos eventualmente, mas quando há amor genuíno e humildade para nos retratar, com certeza, o amor nos levará a sermos bem sucedidos como pais”, conclui Sara.

Depois de adotados e adaptados, ainda resta um item básico: contar para a criança sobre sua situação. Há quem prefira não passar por esses momentos, deixando que a pessoa descubra por algum parente que fale sem querer sobre o assunto, durante uma conversa familiar, ou por algum coleguinha da escola. Entretanto, não é aconselhável guardar esse segredo. “Os pais que discutem abertamente com seus filhos, que compartilhem informações sobre suas origens e, até mesmo, os ajudam, ativamente, na busca por seus pais naturais, criam adultos mais seguros de si e com um ‘self’ mais firme e definido. Isso, também, proporcionara à família adotiva um relacionamento mais maduro. Tornando-se, assim, mais unida”, afirma a psicóloga.

Assim faz Sara Vargas com seus quatro filhos: “Costumo conversar com meus filhos sobre a necessidade de todos os filhos serem gerados no coração.  Existem muitos filhos, criados por seus pais biológicos, que são órfãos de pais vivos. Isso se dá devido à ausência ou escassez de relacionamento e afetividade dos pais em relação aos filhos.  Eles cresceram na barriga, mas nunca subiram de fato ao coração.  Precisamos conversar com nossos filhos sobre a sua história desde bebês, para que já cresçam com a consciência de que chegaram de forma especial.  Muitos filhos biológicos foram gerados sem planejamento, mas a grande maioria dos filhos por adoção foram extremamente desejados por seus pais adotivos.  A história da adoção tem de tudo pra ser uma linda história de amor”

Fonte: http://guiame.com.br/gospel/familia/filhos-adotivos-tem-lugar-no-coracao-dos-pais-desde-as-escrituras.html#.VHSxgIvF_gs

Vídeo: Mobilização pelo fim da institucionalização de crianças menores de 3 anos

Queridos,

Compartilho com vocês este vídeo com a campanha #FalePorMim da UNICEF:

Mobilização pelo fim da institucionalização de crianças menores de 3 anos

Link do vídeo 1 :

Link do vídeo 2:

Mais informações: http://www.falepormim.org/

Adoção: Amor não combina com preconceito

Adoção inter-racial comprova o óbvio: amor não combina com preconceito

Aumenta número de adotantes indiferentes à raça, mesmo que lentamente o quadro está mudando no Brasil

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Apesar de vivermos em um país onde a Constituição garante que “Todos somos iguais perante a lei”, a realidade é bem diferente, a intolerância às diferenças raciais ainda se configura na atitude de adotantes que demonstram suas preferências, geralmente por crianças brancas.

No entanto, dados de dezembro de 2012 do Cadastro Nacional de Adoção revelam que há mais pessoas interessadas em adotar crianças ou adolescentes de qualquer raça. No mesmo mês de 2010, 31,4% das 30.378 pessoas cadastradas não se importavam com a raça da criança ou adolescente disponível para adoção. Dois anos depois, a porcentagem cresceu para 37,75% dos 28.780 pretendentes cadastrados.

O autor de “Amor à Vida”, Walcyr Carrasco, decidiu mudar os rumos dos personagens, Nico (Thiago Fragoso) e Eron  (Marcello Anthony), o casal gay de “Amor à Vida”, que está no processo de adoção de Jaiminho, o ator Kaiky Gonzaga.  A intenção do autor é levantar a discussão sobre a discriminação sexual e racial.  No folhetim, o escritor deixa bem claro que o amor pode superar qualquer barreira.

Mesmo que muito lentamente as coisas estão mudando no Brasil. Há dois anos, o percentual de pessoas que só aceitariam adotar crianças ou adolescentes se a raça deles fosse branca superava em 5,83%, o dos indiferentes à raça do adotado. Hoje, a relação se inverteu: há 3,55% mais indiferentes em relação ao perfil étnico das crianças do que os pais em potencial que só teriam filhos adotados da raça branca.

Pais famosos como Angelina Jolie e Brad Pitt, Madonna, Nicole Kidman e Tom Cruise são exemplos quando o assunto é adoção. Todos adotaram criança de partes diferentes do mundo; como, Camboja e Etiópia convivem de forma harmoniosa e feliz.

Aqui no Brasil o número de crianças pardas esperando para serem adotadas diminui. Segundo dados Conselho Nacional de Justiça em dois anos, o número caiu de 4.020 para 2.559. Já a comparação dos dados do CNA mostra que o percentual de interessados em adotar apenas crianças menores de um ano caiu de. 19,6% do total de adotantes, atualmente são 16,16% do total.

Fonte: https://www.espacodamamae.com.br/noticia.php?id=975

Flordelis: uma mãe de 55 filhos

Olá queridos,

Compartilho com vocês a história emocionante da Flordelis mãe de 55 filhos. Sim isso mesmo, 55 filhos!!!

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A história dela é linda demais, selecionei abaixo alguns vídeos que encontrei:

A trajetória da Flordelis:

Entrevista no Fantástico:

Entrevista no programa da Hebe Camargo parte 1:

Entrevista no programa da Hebe Camargo parte 2:

Entrevista no programa da Xuxa – parte 1:

Entrevista no programa da Xuxa – parte 2:

Evento com a participação da Fernanda Lima e Sérgio Marone:

Mais informações no site do Instituto Flordelis: http://www.institutoflordelis.org.br ou na fanpage dela https://www.facebook.com/cantoraFlordelis

Que coração iluminado….!! Que esta atitude tão maravilhosa se multiplique muitas e muitas vezes!!

Com muito amor e gratidão pela vida da Flordelis,

Luciane

Método educacional Montessori

Bom dia queridos leitores,

Tenho pesquisado bastante sobre o método educacional Montessori que foi desenvolvido pela médica e educadora Maria Montessori. Ele é caracterizado por uma ênfase na independência, liberdade com limites e respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológias da criança. 

Abaixo tem uma lista com os 10 princípios principais para o Aprendizado Natural segundo Maria Montessori:

A Windowsill Converted into a Nature Table (Photo from the Montessori Child at Home)

1. OBSERVE A CRIANÇA. O PRINCÍPIO MAIS IMPORTANTE PARA QUALQUER IDADE.

Individualizar a aprendizagem para as necessidades e interesses exclusivos do seu filho. No método Montessori, isso é feito através da observação para ver quais são as necessidades e interesses do seu filho, respeitando – honrando – essas necessidades e interesses.

2. RESPEITE E ENCORAGE A MENTE ABSORVENTE DO SEU FILHO E OS PERÍODOS SENSITIVOS. 

Kit is active in her Montessori Room

3. PERMITA AO SEU FILHO A LIBERDADE DE EXPLORAR AMBIENTES INTERNOS E EXTERNOS – CERTIFIQUE-SE QUE SEU FILHO ESTÁSEGURO MAS ENCARE A LIBERDADE DE FORMA POSITIVA.

Independência e auto-aprendizagem são conceitos / objetivos importantes da educação Montessori.

indoor play tent

4. DÊ AO SEU FILHO TODAS AS OPORTUNIDADES POSSÍVEIS DE APRENDIZADO ATRAVÉS DAS MÃOS. 

É importante que a criança em idade pré-escolar tenha experiências concretas, através das mãos antes de aprender conceitos abstratos.

Washing salad greens for the family's dinner (Photo from The Montessori Child at Home)

5. ENFATIZE ATIVIDADES PRÁTICAS E SENSORIAIS NOS ANOS PRÉ-ESCOLARES.  

Atividades práticas para o cuidados consigo mesmo, cuidados com o meio ambiente, controle dos movimentos, graça e cortesia ajudarão o seu filho a desenvolver ordem, concentração, coordenação e independência. Atividades para refinar os sentidos dão preparação indireta para o aprendizado acadêmico posterior.

6. FORNEÇA MATERIAIS PROPORCIONAIS ao tamanho DA CRIANÇA SEMPRE QUE POSSÍVEL.

Coloque os materiais em bandejas (caixas) em prateleiras baixas, permitindo ao seu flho a oportunidade de escolher a sua própria atividade e de repetir atividades quantas vezes forem necessárias.

Basket of child-size utensils kept in the kitchen for a child to help prepare dinner. (Photo from The Montessori Child at Home)

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7. NÃO INTERROMPA O CICLO DA ATIVIDADE DA CRIANÇA. DEIXE-A DESENVOLVER UM CRESCIMENTO CONTÍNUO NA HABILIDADE DE CONCENTRAÇÃO. 

Competição, testes, recompensas e castigos não são necessários. Seu filho vai desenvolver um sentido de satisfação com o trabalho bem feito.

Este quarto foi criado pela Pricila do site www.mentesabsorventes.com:

Mentes Absorventes: Quarto montessoriano - fase um

 

8. DEIXEI O AMBIENTE DO SEU FILHO O MAIS ORGANIZADO E ATRAENTE POSSÍVEL. 

Um ambiente organizado ajudará o seu filho a desenvolver ordem mental e inteligência. 

Child's toys neatly arranged on low shelves in the family's living room. (Photo from The Montessori Child at Home)

 

9. DEMONSTRE COMO FAZER UMA ATIVIDADE.  

Não espere que o seu filho automaticamente saiba como fazer alguma atividade ou saiba o comportamento adequado sem que você tenha demonstrado primeiro. 

Banheiro montessoriano

10. QUANDO VOCÊ OFERECER UMA ATIVIDADE, VERIFIQUE A QUALIDADE DA MESMA  (POR EXEMPLO, SE VOCÊ ESTÁ APRESENTANDO CORES AO SEU FILHO, AJUDARÁ SE VOCÊ APENAS VARIAR AS CORES DOS OBJETOS E NÃO AS FORMAS TAMBÉM), E SEMPRE TER UM CONTROLE DOS ERROS (correção imediata durante a atividade) SEMPRE QUE POSSÍVEL.

My HomeMade Montessori: Color Boxes Added: Orange and Green

Se você seguir os princípios Montessori, você ajudará o seu filho a desenvolver naturalmente muitas habilidades positivas e características que ajudarão a ter uma base sólida na vida – tais como independência, auto-disciplina e amor ao aprendizado. 

Este texto eu li originalmente em inglês no site http://livingmontessorinow.com/2011/03/08/top-10-montessori-principles-for-natural-learning/ e foi traduzido por mim.

Em português tem um site especializado: http://www.mentesabsorventes.com/

E aí, gostaram do assunto? Já aplicam o método Montessori? Concordam com todos os tópicos? Seu filho estuda numa escola Montessoriana? Compartihe com a gente! Beijos, Luciane.

Fonte: 

http://livingmontessorinow.com/2011/03/08/top-10-montessori-principles-for-natural-learning/

http://mentesabsorventes.com

http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Montessori

http://educarparacrescer.abril.com.br/pensadores-da-educacao/maria-montessori.shtml

http://www.metodomontessori.com.br/blog/citaes-de-mente-absorvente

 

Filha adotiva salva vida do pai com transplante em Minas Gerais

Chance de compatibilidade era menor que 1%.
Pai adotivo tinha uma doença hereditária degenerativa.

 

Homero, Rebeca a filha e o marido (Foto: Arquivo Pessoal)
Homero, Rebeca a filha e o marido (Foto: Arquivo Pessoal)

Para a família Magalhães, de Governador Valadares, Minas Gerais, o mês de agosto é de dupla comemoração, uma pelo dia dos pais, neste domingo (10), e outra pela nova vida do pai Homero. Há 9 anos ele recebeu um grande presente da filha adotiva Rebeca, um rim e uma melhor perspectiva de vida.

Homero Magalhães, de 62 anos, é pai também de outros dois filhos adotivos Henrique e Hannah. Como ele tinha um problema de fertilidade, optou pela adoção em vez da inseminação artificial há 29 anos. Mesmo realizando um sonho e se tornando pai o melhor presente ainda estava por vir.

Homero Magalhães (Foto: Arquivo Pessoal)Homero Magalhães (Foto: Arquivo Pessoal)

Entre os anos 2000 e 2004, Homero teve uma doença hereditária degenerativa, os rins funcionavam apenas 18% e em 2005 a situação se agravou, os órgãos chegaram a ter um funcionamento de apenas 13%. Com isso, ele ficou na fila de um transplante durante um ano e meio. Foi então que a família descobriu que a filha Rebecam com 20 anos na época, mesmo não tendo parente biológico, era compatível, para a surpresa de todos.

A data do transplante foi no dia 26 de agosto de 2005. O presente em comemoração ao dia dos pais daquele ano chegou alguns dias depois, mas para Homero foi o melhor presente que um pai poderia ganhar, uma vida nova.

”A parte dela me deu uma vida nova. Eu a considero como minha mãe espiritual. Meus filhos são uma bênção, o melhor presente que Deus me deu. Aprendi a amar as pessoas e passei a enxergar que temos uma missão na terra, e isso é para o nosso crescimento”, diz Homero.

Rebeca conta que resolveu doar um dos rins porque não aguentava mais ver a situação do pai. ”Meu pai é uma pessoa muito amorosa e feliz e a doença comprometeu a alegria de viver dele. Ele queria trabalhar, mas não conseguia e voltava pra casa chorando”.

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Homero acompanhado dos três filhos adotivos Rebeca, Hannah e Henrique.  (Foto: Arquivo Pessoal)

Homero acompanhado dos três filhos adotivos
Rebeca, Hannah e Henrique.
(Foto: Arquivo Pessoal)

O pai resistiu a ideia do transplante no início, mas acabou aceitando o  apoio da filha. Depois de uma bateria de exames em Belo Horizonte, descobriu-se que os dois eram compatíveis. ”Uma filha biológica tem 25% de chances de compatibilidade. Para uma outra pessoal sem grau de parentesco biológico as chances caem para menos de 1%. Mesmo assim deu certo! De alguma forma sinto que pude retribuir todo o amor que ele me deu através dessa doação”, afirma Rebeca.

De lá para cá foi só felicidades para o pai. Henrique de 25 anos se formou em direito, já Hannah de 22, estuda fisioterapia e Rebeca se formou em psicologia e exerce a função no mesmo hospital onde Homero trabalha. Hoje Rebeca já é mamãe, mais um presente para o ginecologista, e agora avô.

”O dia dos pais é de muita alegria pra mim, porque é presente atrás de presente na minha vida, pelos meus filhos”, diz.

Com tanta felicidade como pai, Homero se diz realizado com os filhos e afirma, sendo do mesmo sangue ou não, o amor é incondicional. ”Vale a pena ser pai de qualquer maneira, sendo biológico ou não”, finaliza.

Fonte: http://g1.globo.com/mg/vales-mg/noticia/2014/08/filha-adotiva-salva-vida-do-pai-com-transplante-em-minas-gerais.html

Adoção: um gesto de quem quer amar e ser amado

Queridos leitores,

Segue uma ótima reportagem da revista Vida Simples. 

Abraços, Luciane

Adoção: um gesto de quem quer amar e ser amado

Acolher uma criança é um gesto humano que exige dedicação e dá sentido para a vida

Publicado em 25/06/2007

João Carlos Assumpção

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Pai e filho adotivo
Foto: Getty Images

Deixar uma marca de sua passagem pelo mundo. Ver uma parte de si se propagar pelo tempo. É para isso que as pessoas têm filhos, e é por isso, também, que se adota uma criança. Essa constatação pode espantar quem vê os pais adotivos como uma espécie de herói, gente caridosa que decidiu abrir as portas da própria casa para uma criança abandonada. Adoção não tem nada a ver com caridade, e pais adotivos não podem ser vistos como pessoas especiais. São pais como quaisquer outros, que cometem os mesmos erros e pecam pelas mesmas ansiedades.

No momento da adoção, existe uma boa dose de desejo de ajudar, um sentimento de amor ao próximo. Mas altruísmo nenhum dura a vida inteira, que é o tempo de uma relação de pai e filho, afinal de contas. Porque, como diz Fernando Freire, psicólogo que trabalha com crianças e adolescentes em situação de risco, a adoção é antes de tudo uma atitude frente à vida e seus desafios, uma atitude de quem sabe que o amor é uma das poucas coisas que, quanto mais partilhado, mais cresce. Um filho adotivo não dará aos pais nem receberá deles amor maior ou menor que um filho biológico.

Amar faz bem à saúde, e aí está, na verdade, a chave da questão. Como diz o psicoterapeuta italiano Piero Ferrucci, autor do livro A Arte da Gentileza, estimular qualidades humanas como afeto, gentileza e compaixão faz bem. Pessoas gentis são mais saudáveis, mais amadas e produtivas. Vivem mais e são mais felizes, enfim.

Quem adota, portanto, pode se sentir assim, o que não deixa de gerar certas dúvidas, que são colocadas pelo próprio Ferrucci. A adoção tem como base um desejo primordial do ser humano, que é amar e ser amado. Como diz Ferrucci, só podemos estar bem se formos capazes de cuidar uns dos outros, de amar uns aos outros.

Os pais adotivos devem levar em conta não só suas próprias aspirações, mas também as da criança que é adotada. Quem alerta para o risco de o pai ou a mãe de uma criança adotiva pensar apenas nos seus anseios é a terapeuta de família Márcia Lopes de Camargo. A adoção não pode se transformar simplesmente em um tapa-buraco existencial. Ela também deve ser voltada para a criança, com quem assumimos a responsabilidade de cuidar e educar.

O grande diferencial de uma adoção tardia é o cuidado que os pais devem ter ao lidar com o histórico anterior do filho, diz Gabriela. Ou seja, os problemas enfrentados pela criança nos primeiros anos de vida pré-adoção. Há vítimas de maus-tratos, violência, atraso escolar, dificuldade de confiar nas pessoas, baixa auto-estima, entre outros. Além de muito carinho, a ajuda de profissionais, como psicólogos, fonoaudiólogos e educadores, dependendo do caso, pode ser fundamental.

Fonte: http://abr.ai/1uWIiLT