27 fotos emocionantes que retratam encontros de famílias adotivas

Paternidade e maternidade requerem amor e não DNA. Para sensibilizar e homenagear aqueles que se tornaram pais através de adoção o Huffingtonpost criou uma lista de fotos para compartilhar histórias de adoção.

Se emocione com mães, pais , irmãos e filhos  que se uniram como famílias.

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Clique aqui para ver a lista completa.

Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/catraquinha/indicacao/27-fotos-emocionantes-que-retratam-encontros-de-familias-adotivas/

http://www.huffingtonpost.com/2014/11/10/adoption-photos_n_6064110.html

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Participação no blog Indiretas Maternas

Queridos,

Segue link da participação no espaço “Gente que compartilha” do blog Indiretas Maternas da querida Bárbara Vitoriano.

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http://www.indiretasmaternas.com.br/gente-que-compartilha/maternidade-atraves-da-adocao/

Beijos, Lu

Respire…você será mãe por toda vida!

“Respire…você será mãe por toda vida!

Ensine as coisas importantes para seu filho. As de verdade.

A pular poças de água, a observar os bichinhos, dar beijos de borboletas e abraços bem forte.

Não se esqueça desses abraços e nem os negue. Pode ser que daqui a alguns anos você sinta falta desses abraços não dado.

Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso. Deixe ele imaginar, imagine com ele…

As paredes podem ser pintadas novamente, as coisas quebram e podem ser substituídas, já os gritos de mãe doem para sempre…

Você pode lavar os pratos mais tarde, enquanto você limpa ele cresce…

Ele não precisa de tantos brinquedos, trabalhe menos e ame mais…

E acima de tudo RESPIRE,

você será mãe por toda vida e ele será criança só uma vez.”

Texto de autoria desconhecida

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Adoção: “O nosso amor a gente inventa” Cazuza – por Betina Beinder

Queridos,

É com muita gratidão que compartilho o primeiro texto de mais uma parceira da nossa missão de levar a nova cultura da adoção pelo país. Betina Beinder é advogada e atua na área da família em favor de menores e mulheres. Segue abaixo o texto dela, aproveitem!!!

Beijos, Luciane

O nosso amor a gente inventa” Cazuza

A invenção é a mãe de tudo: com criatividade o ser humano inventou o mundo e tudo ao seu redor. Criou para desfrutar tudo diuturnamente . Transforma o mundo para o bem e para o mal.

Como vivemos em sociedade, regras foram criadas para que todos possam viver em harmonia. Uns conseguem, outros não, uns podem e outros nem tanto.

O grande norte e desafio na Vida é tentar “ser feliz” nesta estrada que nos foi concedida pelos nossos pais. Os chineses dizem que temos o “yin” e o “yan” dentro de nós, ou o Eros e Tanatos, conforme a psicanálise, sendo dois instintos que se embatem e que nos levam para frente.

Um aspecto a ser observado é o da mortalidade e imortalidade- tudo anda sempre em dicotomia, em complementação. Artistas se dizem imortais pela sua arte e por outro lado, mortais se perpetuam pela paternidade e maternidade.

Nosso foco é este assunto e seus desdobramentos . Muitos pais tem seus filhos naturalmente, de diversas formas hoje convencionadas socialmente e cientificamente, outros os tem através da adoção.

Sem conseguir tê-los de diversas formas, inventou-se tal instituto legal para permitir que o ser humano se perpetue e experimente tal felicidade.

O movimento “Gravidez invisível” vem fazendo um belo trabalho ao incentivar e esclarecer sobre o assunto e incentivar que pais adotem crianças abandonadas. Ambos lados saem ganhando.

Você se imaginou em um orfanato ao meio de tantas crianças ao seu redor – sem futuro palpável?

Você se imaginou querendo muito ter ou aumentar sua família – e se ver sem possibilidades, vendo a palavra “impossível” na sua Vida?

Aí, vem seu lado criativo, seu lado transformador, seu lado de inventar: conclui que há uma possibilidade. A adoção é uma delas.

Se alegra ao ponto de chorar, se alivia ao ponto de sorrir, se inquieta, se pergunta e dorme com incertezas, perguntas e um belo filme passa na sua cabeça.

Acorda no dia seguinte e se lembra: é possível ! E se pergunta: como? Imagina na sua cabeça: quem será meu filho/a?

Com seu lado inquiridor, procura na internet, sai do seu “eu” e corre atrás do seu sonho. Quer exercer a alteridade.

A adoção tem dois lados: do adotante e do adotado. Ela faz bem para ambos. Tudo o que é bom para ambos, está valendo e existe em equilíbrio!

Há milhares de crianças por todo nosso lindo país abandonadas, relegadas ao poder do Estado em abrigos, sendo cuidadas em orfanatos e demais casas para menores abandonados. Imagine: se já é difícil educar seu filho, imagine crianças sendo educadas sem vínculo afetivo – o que faz TODA a diferença.

Essas crianças estão lá, bem cuidadas ou não. Existem orfanatos em que as crianças são muito bem cuidadas, de ficar boquiaberta e feliz da vida. O outro lado, em locais em que o bom cuidado não ocorre- existe também.

Mas está na hora em que algo seja feito. Conclamo os leitores a, pelo menos, pensarem nisso ao verem seus filhos e os de seus amigos. Há crianças e casais sem a possibilidade de viver isso o que vocês vivem.

Há, obviamente, casais e pais e mães do outro lado- não querendo seus filhos, os abandonando. Se somente os abandonarem e deixarem-nos em abrigos, há de se agradecer. No entanto, há genitores que – por diversos motivos – os fazem sofrer com agressão física e psicológica: batem, não os alimentam, não lhes alcançam escola, lhes dão o mau exemplo, lhes mostram o caminho da criminalidade, entre outros descaminhos, só para citar alguns ocorridos lidos na mídia nacional que atestam tal violência para com seus filhos .

Estes pais não merecem ter a guarda de seus filhos porque não a exercem dignamente. Suas responsabilidades de pais não são exercidas por eles mesmos. Em tais casos, seu pátrio poder pode ser retirado pela Justiça.

Este é o portão de entrada para que pais que queiram adotar tenham a possibilidade de ver seu sonho concretizado.

Na realidade, pais sanguíneos e violentos nem condições tem de serem pais ou assim serem chamados.

Então, o Estado pode ser chamado, através dos Conselhos Tutelares para salvaguardar tal bem maior que é o bem estar da criança.

A Justiça pode destituir o pátrio poder dos pais biológicos, conforme o caso, sendo esta outra situação na qual o menor não será abandonado, mas conduzido para viver com parentes ou abrigos a fim de ser adotado.

Aqui cabe colocar relatos ouvidos de pais que estão na fila da adoção nos foros de diversas cidades brasileiras. O Estado entende que primeiramente deve ser tentada a colocação do menor que teve pais violentos na sua família de sangue, procurando parentes que queiram recebê-la. O que se vê é que nem sempre os familiares sanguíneos desejam esta criança. Aí, passam-se anos até algum familiar ser encontrado e ouvido, ouvida a criança, e ouvido o MP para dar seu parecer. Até que se passe por estes passos judiciais, a criança cresceu e ficou sem ter a chance de estar em família – adotiva no caso- que a quer, a deseja afetivamente como filho.

Percebe-se que neste item, o Estado tem como “um direito menor” aquele direito em que os pais adotivos tem de adotar esta criança. O Estado procura anos em vão pela família sanguínea, pelos tios, primos ou avós, enquanto há na fila de adoção homens e mulheres, e agora recentemente famílias homo-afetivas, desejosas de compartilhar sua vida familiar com uma criança.

Creio que cabe a nós lutar para que este direito dos pais à adoção seja equânime ao direito dos parentes de adotar o menor abandonado ou até ser considerado como mais importante até – porquanto tal desejo verdadeiro irá impedir ou minorar a estada deste ser ainda frágil, criança de tenra idade, em albergues ou casas de menores. Havendo manifestação dos pais em não mais exercerem o pátrio poder, rapidamente o Estado deve alcançar este direito àqueles pais sucessores dos sanguíneos – aqueles já à espera e habilitados pela Justiça à adoção: o que levará o menor abandonado a experimentar o amor familiar. Esta é uma das lutas transformadoras do mundo – através do amor, como já dizia Cazuza e nós dizemos.

Betina Beinder

OAB/RS 39.640

Email: beinder.betina@gmail.com

SO ROSTO P COLUNA

Betina Beinder, brasileira e alemã, advogada, professora, mora em São Leopoldo-RS. Advoga há 19 anos e atua na área de família em favor dos menores e mulheres. É pesquisadora sobre gênero no âmbito jurídico e linguístico. Pertence ao IGALA (International Gender and Language Association), tendo publicado um estudo sobre marcas de gênero em contextos de violência doméstica à luz da Lei da Maria da Penha. Atua também como perita tradutora e intérprete do TJ-RS para língua inglesa. Coordena e ensina línguas estrangeiras na Beinder Idiomas.

Criando laços – O vínculo com o filho adotivo é construído no dia a dia, assim como com o filho biológico

O vínculo com o filho adotivo é construído no dia a dia, assim como com o filho biológico.
 
Por Luciana Barrella, mãe de Luísa
30.01.2014
 
A “gravidez” de Juliana Ribeiro durou 4 anos. Isso mesmo, foi o tempo que ela ficou se preparando para receber a Lara, que chegou com 2 anos e 4 meses. A espera foi um teste difícil para Juliana, a prova de que realmente queria adotar.  O “sim” da menina, quando questionada se queria ser sua filha, foi como o momento do parto. Ali começou o vínculo entre mãe e filha. 
 
Há um período em que os pais se preparam para a chegada da criança, é a chamada “gravidez psíquica”, que os ajuda a transformarem o desejo de adotar em um ato de amor. Quando a criança chega, o vínculo não é automático. Assim como o vínculo com o filho biológico também não. Nos dois casos, é uma relação que se constrói. Aos poucos. 
 
Quem fica grávida passa os 9 meses imaginando a carinha do bebê, o som do seu choro e a sua personalidade. E, quando o bebê chega, nunca corresponde exatamente ao que os pais tinham imaginado. Não à toa, nossa diretora de redação, Mônica Figueiredo, disse para a filha, Antonia, assim que a viu na sala de parto: “Muito prazer”. 
 
Seja na maternidade ou no abrigo, o vínculo se concretiza com essa primeira apresentação. “Não existe diferença entre o vínculo materno biológico e o vínculo materno adotivo. Todas as crianças só se tornam filhos se, de fato, são acolhidas, consideradas, ou seja, adotadas”, diz Cintia Liana Reis de Silva, mãe de Flavia e psicóloga especializada em psicologia de família.
 
Suzana Barelli conta que, ao chegar ao abrigo com seu marido, Milton Gamez, e ver pela primeira vez a filha, Giovana, sentiu que ela era sua e que teria de conquistá-la. “Ela dormiu no meu colo e acordou minha filha. Foi um sentimento muito forte e intenso”. Com o segundo filho, também adotivo, o contato concretizou a percepção de ser a mãe dele. “O Igor me viu e quis vir no meu colo. Outro momento bem forte”.
 
Adotar um filho é um processo acompanhado de dúvidas e de preconceitos. Esse filho tem uma história anterior e isso pode amedrontar. “O processo emocional da adoção é o mesmo de acolher um filho biológico, mas também envolve aceitar que o filho já venha trazendo uma história precedente, da qual os pais adotivos não fizeram parte. É preciso respeitar”, diz Cintia.
 
A adoção não pode ser vista como uma alternativa de segunda linha só porque o casal não conseguiu ter filhos biológicos de nenhuma forma.  É importante desejar plenamente a adoção, se preparar e reduzir as expectativas e exigências. Muitas vezes, os pais esperam naquela criança a solução de todos os seus problemas, inclusive entre o casal. Filho, adotivo ou não, não resolve nenhum problema. Pode até causar alguns. Ou seja: é filho, vem com o pacote completo, alegrias, tristezas, conflitos. 
 
Receber uma criança é uma vitória e a realização de um desejo mútuo, já que a criança também quer ser acolhida. Aí, começa o processo de entender como será aquela família recém-formada, como os pais e os filhos vão reorganizar suas vidas para o equilíbrio daquele núcleo. “Não se trata de ensinar a criança ou adolescente a como viver ali, mas, sim, de estarem todos atentos para entender como vão se adaptar uns aos outros. Os aprendizados são de todos”, explica Maria Antonieta Pisano Motta, mãe de três filhos, psicóloga e psicanalista, coordenadora técnica do GAASP (Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo). “E, como em qualquer família que se forma ou aumenta, o estabelecimento do vínculo é imprescindível. Sem o vínculo, nenhuma família, biológica ou adotiva, teria sentido”, completa.
 
Laços entre pais e filhos
Na adoção, os vínculos são construídos pelo laço de afiliação, que se constitui pela afetividade, pelo contato que vai sendo construído no encontro e na vivência de cada dia, explica a psicóloga e professora Isabel Gomes, coordenadora do grupo reflexivo de apoio a adoção na USP. 
 
Sim, a biologia tem seu papel. Quando o bebê nasce, a mãe está embebida em ocitocina, um dos hormônios responsáveis pelas contrações e, depois, ligado ao processo de amamentação. Conhecido como hormônio do amor, a ocitocina contribui para que a mãe se vincule àquele bebê. Só que o ser humano não se constitui apenas de sua dimensão biológica. E, assim, como os hormônios estimulam o vínculo, o caminho oposto também acontece: um estudo feito nos EUA em 2005 mostrou que um abraço de 20 segundos tinha o poder de elevar os níveis da substância em homens e mulheres. 
 
Agda Salles já era mãe de duas filhas, Carla e Elisângela, quando conheceu o atual marido, Helder, e explicou que não poderia mais ter filhos biológicos. Disse que gostaria de adotar. O casal se inscreveu em várias cidades, nos estados do Paraná e do Rio de Janeiro, para conseguir o terceiro filho.
 
“Eu me via esperando o resultado do teste de gravidez, como uma mãe biológica se sente a cada mês, esperando engravidar. No caso da mãe adotiva, o positivo é a aceitação do juiz, que diz se você está apta ou não para adotar”, conta Agda.
 
A primogênita não biológica, Maria Clara, nasceu prematura, há nove anos, em Barra Mansa. “Ela tinha dez dias e cheguei ao abrigo em uma sexta-feira. Ao pegá-la no colo já saí falando que era minha filha”, conta Agda. “Como a audiência era na terça, fiquei quatro dias na casa da conselheira do abrigo, cuidando da Maria. Foi mais ou menos como o período que se passa na maternidade”. O segundo filho adotivo, Davi, chegou quatro anos depois, com 28 dias de vida. “A partir do momento em que decidimos adotar, já começou a crescer um vínculo, com uma criança que não sabíamos como seria”, conta ela.
 
Quando a criança é mais velha, entre 2 e 6 anos, há um trabalho diferente de adaptação, mas os preceitos de adoção devem ser os mesmos: sem expectativas e disposição para amar.
 
“Podemos considerar ‘mais velha’ a criança que já se percebe diferenciada do outro e do mundo, que já possua certa independência para a satisfação de suas necessidades básicas”, esclarece Maria Antonieta.
 
Andriely chegou para Katya Suely com 4 anos. Ela já era mãe de Guilherme e pensava em adotar antes mesmo de casar, também porque é filha adotiva. Conta que se manteve tranquila durante o processo de adoção, pois sabia que um dia sua filha iria chegar. “O dia em que o fórum ligou foi como se rompesse a bolsa.”
 
A formação de vínculo na adoção tardia pode ou não ser mais trabalhosa, tudo depende de os adultos terem refletido e escolhido exercer a parentalidade e de como se dá o novo arranjo familiar após a adoção. “Há dois nascimentos na história da criança, o de origem e o adotivo”, diz Isabel Gomes. 
 
Vida antes da adoção 
O psiquiatra José Belizario, pai de João e Ana, desfaz o mito de que crianças adotadas são mais complicadas. “Não existe comportamento específico de filhos adotados.” Mais uma vez, filho é filho. Dá trabalho, testa a gente, quer saber se é mesmo amado. Assim como você, está criando o vínculo e testando se ele é mesmo firme ou se balança na primeira (ou segunda ou terceira…) vez que ele se comporta mal.
 
É necessário que os pais entendam e respeitem as experiências anteriores. É importante também resgatar algumas memórias com objetivo de entender o que foi vivido, as rupturas de laços, em vez de negar que eles tenham existido. Se faz parte da história do seu filho, agora faz parte da sua também.
 
Na adoção da criança maior, o processo de luto pela ‘perda’ da família de origem, pela perda ‘do que poderia ter sido’, pela dor do sentimento de abandono e rejeição vem junto com o início da adaptação.
 
A criança pode ter vivenciado as mais diferentes situações, das prazerosas até as traumáticas, sendo com seus pais biológicos ou cuidadores, nos abrigos ou não. Casos que não podem ser deixados de lado pelos pais adotivos, e nada melhor que a lida cotidiana para quebrar barreiras e construir laços. 
 
O vínculo entre os irmãos
Ao adotar uma criança que tenha irmão, o estatuto da criança e adolescente (ECA) recomenda que eles não sejam separados. Se isso acontecer, o melhor é que as famílias mantenham contato para que os irmãos convivam. Quem avalia a viabilidade desse relacionamento são os pais candidatos e o técnico que realiza as entrevistas.
 
Não são todos os irmãos que conseguem se afastar, pois entre eles ainda existe a união familiar, a força da história vivida junto, o afeto e o sentimento de pertencimento.
 
Áurea Medrado, mãe de Mariana, filha biológica, realizou a adoção tardia e compartilhada de Evelin. Isso significa que a menina tem irmãos biológicos que foram adotados por outras famílias. O vínculo entre ela e os dois irmãos foi mantido. “As crianças se encontram e sabem que são irmãos.” 
 
Quando os irmãos são adotados pela mesma família, outros cuidados devem ser tomados. Muitas vezes, o mais velho assume o papel de protetor das demais crianças e precisará ser ajudado a colocar-se no papel de filho e de criança. 
 
A adoção é um processo que leva um certo tempo para se concretizar. A convivência e o dia a dia são responsáveis pela criação dos laços, assim como com um filho biológico. A criança deve sentir que é com os pais adotivos que escreverá a sua nova história. E que, mesmo que dê um pouco de trabalho, como todo filho dá, é filho, e é muito amado. Tenha saído da barriga ou não.
 
Quem pode ajudar
Você encontrará informações com psicólogos, psicanalistas, assistentes sociais, grupos de apoio, livros e filmes. Algumas fontes de informação: 
 
Conselho Nacional de Justiça Informações sobre adoção e acesso ao Cadastro Nacional de Adoção.cnj.jus.br
 
Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo
Promove encontros, palestras e suporte de maneira geral aos pais pretendentes ou que adotaram.gaasp.org.br
 
Blog da psicóloga Cintia Liana
Especialista em psicologia de família, que se descreve como “fada da adoção”. www.psicologiaeadocao.blogspot.com
 
Grupo reflexivo de apoio à adoção na USP
Grupo sobre as motivações e escolha pela adoção. Destina-se a casais heterossexuais, homoafetivos, pessoas solteiras, tios, avós, irmãos etc. Contato: adocao.usp@gmail.com 
 
Consultoria: Cintia Liana Reis de Silva, mãe de Flavia e psicóloga especializada em psicologia de família; Isabel Gomes, psicóloga, professora e coordenadora do Grupo Reflexivo de Apoio a Adoção na USP; José Belizario, pai de João e Ana, psiquiatra; Maria Antonieta Pisano Motta, psicóloga e psicanalista, coordenadora técnica do GAASP (Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo).
 
 
Matéria sobre o vínculo materno na Revista Pais & Filhos da psicóloga Cintia Liana:

Foto: Flavia na Revista Pais & Filhos. rsrs

 

 

A importância de um grupo de apoio a adoção

Boa tarde pessoal,

Muito bom o vídeo da psicóloga Cintia Liana, recomendo!!!

 

Sobre a Cintia Liana:

Psicóloga e psicoterapeuta, formada em 2000 pela PUC-Campinas. É especialista em psicologia conjugal e familiar pela faculdade Ruy Barbosa. É autora do livro “Filhos da Esperança” e chamada carinhosamente de “Fada da Adoção”. Desde 2002 trabalha com adoção. Foi perita do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia na Vara da Infância e Juventude de Salvador e coordenadora do Serviço de Psicologia por 4 anos, e mais 4 como voluntária. Fez parte da equipe que fundou o Grupo de trabalho de defesa dos direito da criança e do adolescente (GTDDCA) do Conselho Regional de Psicologia Região Bahia/Sergipe. Lidera grupos onde fomenta a amizade entre famílias adotivas, fortalecendo os laços de apoio. É criadora e moderadora do grupo “Psicologia e Adoção”, existente desde março de 2007. Contribue em pesquisas e monografias no Brasil e em Portugal. Após conquistar credibilidade e admiração no Brasil, foi convidada em 2010 para atuar na Itália, na Senza Frontiere ONLUS – Adozioni Internazionali. Já cedeu a dezenas de entrevistas e é citada em diversos jornais, revistas, programas de TV, portais da internet, livros e teses. O seu blog recebe mais de 14.000 acessos ao mês.

Fonte: http://psicologiaeadocao.blogspot.com.br/2014_02_01_archive.html