Apoio à Casa Lar Luz do Caminho

Amigos da adoção,

Há tempos estávamos procurando uma instituição de acolhimento de crianças que pudéssemos apoiar diretamente. Recebemos a indicação da Casa Lar Luz do Caminho que fica localizada em Florianópolis-SC. Nosso primeiro contato com eles foi por telefone, conversei com o fundador e presidente da ONG, Maurício Aurélio dos Santos, que foi muito receptivo e agendou conosco um horário para que pudéssemos entregar as doações e conhecer o local.

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Estávamos um pouco ansiosos pois seria a primeira vez que visitaríamos um “abrigo”. Tínhamos receio dos sentimentos que viriam à tona. Sabíamos que não estávamos indo lá para conhecer o nosso filho, mas a ideia de ir até lá e ver de perto a realidade de crianças que vivem em acolhimento parecia intimidadora, afinal passa pela cabeça que o nosso filho pode já ter nascido e vivendo em uma instituição de acolhimento também. Porém, sabíamos da importância de ir até lá para que pudéssemos conhecer o local e os projetos. Chegando lá, fomos recepcionados pela Assistente Social e pelo presidente Maurício. Ele nos apresentou a estrutura e os projetos desenvolvidos pela ONG para o bem-estar das crianças que “vivem” um período de suas vidas ali. Ficamos muito impressionados com a organização, limpeza, estrutura e cuidado com que tudo é realizado. Tínhamos outra ideia de uma casa de acolhimento, mas apesar de todo cuidado e carinho com que eles realizam as suas atividades, não consegui deixar de pensar naquelas crianças que estão ali sem o abraço e carinho de mãe, de pai e família extensa. Meu desejo era de abraçar cada uma e transmitir amor de mãe pra cada um deles. Confesso que percebi que eu não tenho perfil para trabalhar como assistente social, psicóloga ou voluntária pois eu não saberia separar o trabalho do sentimento materno. Admiro ainda mais o trabalho destes profissionais.

A Casa Lar Luz do Caminho é uma associação de caráter filantrópico, sem fins econômicos, voltada para a assistência social e tendo como objetivo acolher crianças de ambos os sexos, de zero a cinco anos de idade, que tendo seus direitos violados e necessitam do acolhimento institucional, segundo determinação judicial. Conheça a história da ONG aqui e sobre os projetos desenvolvidos aqui. Acesse também o Relatório Social da ONG. Link da fanpage no facebook.

Existem várias maneiras de contribuir com a Casa Lar Luz do Caminho para que eles possam continuar desenvolvendo este trabalho:

– Voluntariado: 

Para desenvolver atividades voluntárias na Casa Lar Luz do Caminho você precisa passar primeiramente pelo Curso de Formação de Cuidados com Criança Pequenas, oferecido periodicamente pela própria entidade e destinado a todos os voluntários, tanto os que já desenvolvem atividades na Casa Lar como aqueles interessados a dar início ao trabalho voluntário.

Portanto, você pode entrar em contato conosco por meio do e-mail casalarluzdocaminho@gmail.com ou pelo telefone (48) 3206-9519, demonstrar seu interesse pelo trabalho voluntário e a equipe da Casa Lar lhe informará a data do próximo Curso de Formação e adicionará seu nome na lista de inscritos.

O Curso de Formação acontece nas dependências da Casa Lar Luz do Caminho, com data predefinida, sendo normalmente em um sábado. Após passar pelo Curso de Formação você poderá fazer trabalho voluntário na Casa Lar Luz do Caminho desenvolvendo atividades administrativas, colaborando com a cozinha e com a limpeza da casa, fazendo parte dos mutirões e auxiliando as cuidadoras no berçário.

– Associados:

Um associado é um amigo da Casa Lar Luz do Caminho que contribui mensalmente com valor fixo, por meio de boleto emitido pela CEF pago na rede bancária ou nas casas lotéricas ou transferência programada a partir de R$: 30,00. Para ser um associado da Casa Lar Luz do Caminho.

É preciso preencher a ficha de inscrição que você pode solicitar através do email:

casalarluzdocaminho@gmail.com

– Doações esporádicas:

Contribua a qualquer momento durante o ano todo com a Casa Lar Luz do Caminho, por meio de doações de produtos, como leite especial para o desenvolvimento infantil, fraldas (tamanhos RN, P, M, G, XG), lenços umedecidos, gaze, algodão, produtos de higiene, materiais de limpeza e alimentos em geral. Além disso, a sua contribuição pode ocorrer via depósito bancário na conta da Casa Lar Luz do Caminho.

Caixa Econômica Federal

Agência: 1638

Operação: 003 Conta

Corrente: 1263-3

CNPJ: 12.187.675/0001-70

preencher e reenviar pelo mesmo endereço.

A entidade expedirá um boleto e lhe enviará pelos correios ou por e-mail.

– Destine parte do seu Imposto de Renda:

Outra forma de contribuir com a Casa Lar Luz do Caminho é destinar uma porcentagem do seu Imposto de Renda – tanto Pessoas Físicas quanto Pessoas Jurídicas – por meio do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA/FMDCA), que no município de Florianópolis possui o nome fantasia de Floricriança.

O Fundo para Infância e Adolescência (FIA) é um Fundo para captação de recursos destinado ao atendimento exclusivo dos direitos das crianças e adolescentes, por meio de políticas, programas, projetos e ações. Os recursos do FIA provém de destinações de pessoas físicas e jurídicas, através de deduções do Imposto de Renda.

A pessoa física pode destinar 6% do Imposto de Renda por meio do FIA para a Casa Lar Luz do Caminho até o dia 30 de dezembro (ou último dia bancário do ano) ou 3% do Imposto de Renda até o dia 30 de abril. A destinação desses valores pode ocorrer tanto por pessoas físicas que tem Imposto de Renda a restituir, quanto por pessoas físicas que tem Imposto de Renda a pagar.

PARA FAZER A DESTINAÇÃO DO SEU IMPOSTO DE RENDA É NECESSÁRIO SEGUIR OS PRÓXIMOS PASSOS:

O CNPJ do Fundo da Infância e Adolescência é: 18.798.340001-75

Você vai precisar dele para a declaração de rendimentos.

Primeiramente você precisa fazer o depósito identificado no Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Banco do Brasil Agência: 3582-3 Conta Corrente: 9545-1

O sistema vai pedir o identificador, você deve colocar seu CPF ou CNPJ.

Envie o comprovante do depósito, juntamente com seu nome, nº. do CPF, endereço e telefone para o e-mail da Casa Lar Luz do Caminho:

casalarluzdocaminho@gmail.com ou pelos correios para o  nosso endereço.

Depois de recebido o comprovante de depósito, a Casa Lar Luz do Caminho entrará em contato com o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente para informar e comprovar o depósito realizado para a Casa Lar.

Em seguida, encaminharemos para você o Recibo do valor depositado, o qual será utilizado na sua dedução do Imposto de Renda.

A Casa Lar Luz do Caminho empregará esse recurso no atendimento às crianças acolhidas.

– Mutirões:

Aqui na nossa Casa, sempre precisamos de ajuda nos afazeres domésticos e é por isso que nós organizamos sempre no primeiro sábado de cada mês para receber pessoas que se dispõe a nos ajudar nos nossos mutirões.

São feitos muitos trabalhos, como limpeza, organização, reparos, construções, ajuda com na cozinha e pra quem fez o curso de voluntários ainda podem ajudar cuidando das crianças.

Venha participar conosco, lembre-se todo primeiro sábado do mês das 09:00 as 17:00hs, pode chegar a hora que der e fica até a hora que puder.

Mais informações sobre as doações!!

Quem puder ajudar, pode entrar em contato conosco pelo email luciane@gravidezinvisivel.com ou direto com a ONG.

Com certeza qualquer tipo de ajuda será bem-vinda!

Grande beijo,

Luciane & Filipe

Indicação de livros para leitura com o papai e a mamãe

Queridos,

Nas minhas buscas por todos os materiais da lista da escola, encontrei estes dois livros numa papelaria. Achei de uma delicadeza a forma como ele “leva” o pequeno (a) leitor (a) para um momento de intimidade com o papai ou com a mamãe. Comprei os dois e recomendo!

LEITURA COM A MAMÃE

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LEITURA COM O PAPAI:

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Beijos com carinho, Lu ❤

Amor do pai é uma das maiores influências da personalidade da criança

Que o amor materno é fundamental para a vida de qualquer criança, não temos qualquer dúvida. Aliás, em pleno século XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade (quase que exclusiva) da mãe os cuidados com os filhos (é uma criança que faz birra? Que bate no amiguinho? Que vai mal na escola? “A culpa é da mãe”, não é assim que ouvimos comumente por aí?).

Mas como fica o papel do pai nessa história? Pois um estudo recente mostrou que ele é fundamental na formação da personalidade da criança, e como ela desenvolverá diversas características até a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crianças de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando são rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem são apegadas emocionalmente. E quando essa rejeição é do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.

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Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crianças e adultos, a rejeição paterna tem essa influência tão marcante porque, em primeiro lugar, é mais comum do que a materna. E também porque a figura do homem é associada a prestígio e poder – ou seja, para a criança, é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que todos consideram importante.

Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crianças sentem a rejeição como se ela realmente fosse uma dor física. As partes do cérebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado são as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos, levando à insegurança, hostilidade e tendência à agressividade.

A boa notícia é que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contrário na formação da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta. Se o pai do seu filho é exatamente assim, compartilhe o post com ele – tenho certeza de que ele adorará saber disso!

Fonte: http://www.mildicasdemae.com.br/2015/02/amor-pai-e-uma-das-maiores-influencias-da-personalidade-da-crianca.html

Enjôos da gestação do ♥

Esta semana comecei a sentir os enjôos da minha segunda gestação do coração. Na minha primeira gestação do coração estes enjôos começaram “coincidentemente” 9 meses antes do meu primeiro filho nascer. (Constatei isso relendo o meu diário, leia este post neste link).

Para alguns pode parecer bobagem, estranho ou até mesmo loucura, mas o fato é que quando estamos numa gestação do coração os “enjôos” também acontecem, só que de uma forma diferente. Eles aparecem na forma de A-N-S-I-E-D-A-D-E. A ansiedade é tão grande que me deixa enjoada e até mesmo um pouco tonta. Preciso me concentrar na minha respiração e controlar as emoções que estão fluindo no momento para que o enjôo passe. E muita oração….!

Segundo o dicionário Aurélio, ansiedade significa:

1 Comoção aflitiva do espírito que receia que uma coisa suceda ou não.
2 Sofrimento de quem espera o que é certo vir; impaciência.

Já o significado de enjôo é:

1 Mal-estar em que predomina a vontade de vomitar.
2 Náusea.
3 Tédio, repugnância; nojo.

Ou seja, esta comoção aflitiva do espírito que receia que o nosso filho chegue logo, gera impaciência, que por sua vez gera mal-estar e até mesmo náusea. Sim! É isso mesmo que eventualmente acontece comigo durante a gestação do coração.  Mais alguém passou por isso? Tem um trecho de uma música do Lulu Santos que cabe perfeitamente aqui, “Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então…” 

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Pior é quando imaginamos que nosso filho já nasceu e está por aí em alguma instituição de acolhimento, aguardando que a equipe técnica faça a busca por alguém da família extensa (biológica) tenha interesse na adoção, ou então aguardando que o seu processo de destituição de pátrio poder dos genitores seja concluído… é muita angústia pra uma mãe ou um pai ficar pensando nestas situações e não conseguir fazer NADA afinal ainda não encontramos pessoalmente o nosso filho, não sabemos a sua identidade e não podemos lutar por ele para que o seu DIREITO DE VIVER EM FAMÍLIA COM AMOR E CARINHO seja prioridade.

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Enfim, os enjôos são mais reais do que parecem, viu?! Não julgue o seu cônjuge, amigo (a), vizinho (a) antes de entender o que se passa dentro do seu coração. Você também passou por isso? Então compartilha com a gente, assim você me ajuda a explicar esta experiência para os outros, além de me ajudar a não ser a única que relata algo assim, podendo até mesmo ser considerada a louca dos devaneios virtuais 🙂 🙂 🙂

Encerro este relato com muito humor 🙂 e amor

Beijos, Luciane

Filho do coração. Isto existe?

Gente, este texto é muito bom. Devemos pensar na forma como falamos com os nossos filhos sobre adoção pois talvez pra gente faça sentido falarmos sobre uma gestação do coração, mas após a chegada deles não precisamos usar o termo filho do coração, ele é filho e ponto final. A não ser que você esteja num momento falando sobre a adoção e como foi a chegada do seu filho. A forma como ele veio deve sim ser explicada mas não precisa toda vez apresentá-lo, “este é meu filho do coração”. Bom, esta é minha opinião, e a sua? Beijos, Luciane


Filho do coração. Isto existe?

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Ao dizermos ao filho adotivo que ele é filho do coração estaremos usando um símbolo que nem sempre será entendido por ele.

Todas crianças nascem de um útero e “eu sou diferente : nasci do coração”. A expressão, que sabemos ser cercada de amor e afetividade, estará  gerando confusão na sua cabecinha.

Talvez esta expressão nasceu devido alguma dificuldade dos pais que não sabiam como explicar para o filho a sua adoção. E se espalhou.

A criança não tem a nossa compreensão e isso leva à uma falsa revelação de sua origem.

O nosso filho adotivo quer ser igual aos outros, ser normal. O uso desta fala em vez ajudar só gera dúvidas pois o olhar de espanto dos amiguinhos escolares e outros, mostrará a irregularidade da situação.

Talvez por isso há tantos relatos de crianças,  filhos que passaram pelo processo adotivo, desejam simular um nascimento “ da barriga”.

Assim, se os pais desejarem, acham romântico o uso desta forma de falar que o façam explicando adequadamente que o  nosso órgão propulsor da circulação é usado para representar afeto e que na realidade não tem a forma  dos desenhos de coração que sempre vemos.

Nisso tudo concluímos que é importante dialogar com o filho explicando o fato  dentro do nível de sua compreensão e maturidade.

Boa Sorte no seu diálogo com seu filho!

Fonte: http://adocaosegura.com.br/filho-do-coracao/

Livro >> ADOÇÃO: DUAS MÃES PARA UMA VIDA

Olá queridos,

Gostei muito do vídeo da Sylvia Baldino Nabinger, espero encontrar o livro logo! Assistam, vale a pena!!

A adoção mudou, sendo hoje a construção de uma tolerância ao diferente. Acaba por se traduzir no acolhimento e na aceitação do que é culturalmente diferente, da diferença de etnia, de raça, de grupos sociais. Se antes a adoção seria a solução para encontrar uma criança para uma família, hoje toda a filosofia da adoção tem como eixo central buscar uma melhor solução para crianças que não têm família, mudando radicalmente o parâmetro anterior. Foi nessa perspectiva que os pais da autora se dedicaram a ela e a sua irmã, criando um vínculo de amor e confiança que foi tecido pouco a pouco na intimidade, formando uma verdadeira filiação, uma vez que seus pais se sentiam os verdadeiros pais. Foi muito provavelmente a criação destes laços de família que ofereceram à autora a possibilidade de construir de forma transgeracional a relação com sua filha adotiva. Ela mostra ali o encontro de duas histórias, duas esperas na busca pela felicidade. O testemunho dado pela autora através de suas reflexões mostra que esse encontro é possível e que não tem limites. Tem sim riscos, mas oferece a esperança de que pode dar certo. Certamente é um testemunho encorajador para aqueles que imaginam buscar este caminho. Sylvia Baldino Nabinger

Para adquirir entre em contato:
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Editora Rígel http://www.livrosbrasil.com.br

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Adoption has changed and is now building a tolerance to different. Finally results in the admission and acceptance of what is culturally different, the difference in ethnicity, race, social groups. If before the adoption is the solution to find a child to a family, today the whole philosophy of adoption has as the centerpiece for a better solution for children who have no family, radically changing the previous parameter. It was this perspective that the author’s parents were dedicated to her and her sister, creating a bond of love and trust that was woven in the intimacy gradually, forming a true membership, since their parents felt they were the true parents. It was probably the creation of these family ties have offered the author the possibility to build in a transgenerational relationship with his adopted daughter. It shows there the meeting of two stories, two waiting in the pursuit of happiness. The testimony given by the author through his reflection shows that this meeting is possible and that has no limits. Does have risks, but offers the hope that can work. It is certainly an encouraging testimony to those who imagine pursuing this path. Sylvia Baldino Nabinger

Livro >> Conta de novo a história da noite em que eu nasci

Queridos,

Estou há tempos procurando o livro “Conta de novo a história da noite em que eu nasci” na versão em português (original em inglês ” Tell me again about the night I was born”) do autor Jamie Lee Curtis. Procurei em vários sites para comprar mas está esgotado em todos. Tentei contato direto com a Editora Salamandra, ainda não tive retorno, mas se alguém souber onde encontrar por favor me avisa.

Sinopse: O livro conta a história de uma menina que pede para a mãe contar a história da noite de seu nascimento. Uma história que ela sabe descrever em todos os detalhes: o telefonema no meio da noite, o susto, a emoção, a pressa para chegar ao hospital, a viagem de avião… A menina repete de cor esta narrativa, enquanto ilustra, com desenhos e fotos, sua ?árvore genealógica?… Delicado e simples, o livro celebra, com emoção e beleza, a chegada de uma criança, por adoção, em uma família que tanto a espera.

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Achei no youtube um vídeo lindo de uma menina lendo o livro, mas está em inglês, para os que entendem o idioma, segue o link:

Também achei a história de uma professora Norma Jaqueline que compartilhou este livro com os alunos e também escreveu este lindo poema para sua mãe:

“A minha mãe é aquela, cujo ventre não habitei
mas no seu colo macio fui amada
A minha mãe é aquela, que o sabor do leite não provei
mas nos nutrientes de seu alimento fui criada
A minha mãe é aquela que o seu DNA não recebi
mas os seus ensinamentos e valores ao meu filho repassei
Dona Flor, minha mãe
minha vida
mãe de amor”

Segue o link para a história dela: http://sentireverbalizar.blogspot.com.br/2010/05/conta-de-novo-hitoria-da-noite-em-que.html

Formato: Livro

Autor: CURTIS, JAMIE LEE

Ilustrador: CORNELL, LAURA

Idioma: PORTUGUES

Editora: SALAMANDRA –

Assunto: INFANTO-JUVENIS

Beijos com carinho, Luciane

Os benefícios do uso do sling especialmente nos casos de adoção

Gente, compartilho com vocês este texto que a leitora Barbara Lito traduziu de um livro em francês “Pele a pele, técnica e prática de carregar bebês” (título original “Peau à peau, technique et pratique du portage”) e compartilhou conosco. A autora Ingrid van denPeereboom explica os benefícios do uso do sling, e, especialmente nos casos de adoção, pode colaborar muito no desenvolvimento do vínculo afetivo entre pais e filhos. Eu achei as dicas muito valiosas, vale a pena a leitura! Um beijo, Lu.


Do prazer e da paz

O bebê cria um vínculo com seus pais através do tato, o primeiro dos sentidos que amadurece no útero da mãe, mas também através do olhar e dos demais sentidos. Observamos agora algumas situações que ilustram perfeitamente a riqueza que nos oferece o carregar os bebês, além de suas vantagens e praticidades

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Sling e adoção

No marco da adoção, o ser carregado corpo a corpo constitui, para o bebê e seus pais, a ocasião de crias vínculos fundamentais para o futuro de sua relação, de descobrir em si mesmos os instintos materno ou paterno, segregar oxitocina, o hormônio do amor.

Mas no Ocidente, a relação mãe-filho não é simbolizada pelo sling. Ao contrário, se acompanha de uma grande quantidade de instrumentos de puericultura, encabeçados pelo imponente, majestoso carrinho. Seu lugar é tão importante nas referências coletivas europeias que poucas pessoas podem conceber essa relação parental sem sem a correspondente coleção de acessórios. E sem dúvida esses utensílios provocam e mantém a separação de uma forma insidiosa. A longo prazo, é fundamental que o bebê e os pais estejam unidos por um forte vínculo. É necessário fomentar a todo custo essa relação vital. Uma das primeiras maneiras de consegui-lo é a proximidade pais-filho ou filha.

Vidal Starr Clay se interessou pelas interações táteis mãe-filho nos EUA: “A questão é saber se a quantidade e as formas de estímulo tátil e de contatos que as mães americanas oferecem a seus bebês e a seus filhos maiores correspondem a suas necessidades fisiológicas e emocionais. Devemos responder negativamente”. Clay constatou em várias ocasiões que os contatos táteis entre mãe e filho de baixa idade (antes da aquisição da fala) revelam frequentemente a necessidade de dar-lhe cuidados e uma educação, mais que simplesmente expressar amor ou afeição. As práticas impessoais de educação dos filhos que durante muito tempo esteve na moda nos EUA implicam uma ruptura precoce nos vínculos mãe-filho e a separação da mãe e do filho por mamadeiras, roupas, mantas, carrinhos, berços e outros objetos materiais”.

Qualquer que seja o nascimento e a história de um bebê, não é suficiente em ocupar-se dele de um modo distante para que se teçam os laços mais íntimos. O tipo de relação é determinante para o vínculo em formação. O contato em movimento e as numerosas sensações que permitem realizar trocas favorecem o relaxamento, a cura, o alívio das tensões ligadas tanto à história do bebê com a dos pais. Carregar em slings é uma prática que favorece os vínculos pais-filhos e o apego do bebê pelas pessoas que o amam e que ele ama, muito mais que aos objetos em seu entorno.

A colaboração com uma organização belga de ajuda à adoção nos permitiu medir de certa maneira a importância do moisés ou do carrinho para os novos pais. Depois de haver sido privados da gravidez, e diante do reencontro com um bebê, passam pela utilização do carrinho, símbolo da expressão da maternidade no Ocidente desde quase um século. Em vista do reencontro com seu filho adotado, os pais investem num incrível carrinho. Esse bebê não tem mais o corpo de um recém nascido, se alimenta de sólidos e brinca de forma autônoma. Aprendeu a não pedir muito contato.
Geneviéve, responsável por essa organização e mãe adotiva, alenta esse pais a ocupar-se de seus filhos de um ano ou mais como se fossem recém nascidos, a carregá-los sobre o ventre favorecendo o apego. Sugere que eles se autorizem a uma pequena “gestação reparadora” por meio de um sling resistente e envolvente: o wrap.

Carregar seu filho pode permitir que se conheçam verdadeiramente, ancorar esse novo amor em seus corpos. O bebê recusará, quem sabe num primeiro momento o aninhar-se no colo do carregador e pode levar um tempo até que se consiga isso.
Mas o reencontro é possível. Geneviáve nos da ideias sobre o papel de carregar o filho num processo de adoção: “O essencial a ser destacado no marco da adoção é a criação de vínculos […] Muitos pais subestimam a primitiva ferida do filho adotado. Se há adoção, há havido abandono. Separado de sua mãe biológica, o bebê tem um grande sofrimento, está desarmado e em profunda comoção. A operação deve dar certo, e para isso devemos dar para ele o tempo necessário. Necessita tempo, amor, e sobretudo muita paciência.

Às vezes é muito difícil para os pais viver os primeiros dias com um bebê adotado. Uma filiação de adoção não e uma filiação biológica. Os pais estão muitas vezes em condições difíceis, afastados de tudo, afastados deles mesmos, num ambiente raramente ‘ótimo’ para a acolhida de um bebê. Em três minutos, colocamos um bebê em seus braços, e frequentemente o pequeno não está em condições ‘ótimas’ de higiene (comparáveis as nossas – cheiro, piolhos, sarna), às vezes inclusive estão doentes […] Um bebê adotado tem necessidade de regressar, de retroceder para consolidar de novo suas estruturas. Tem necessidade de reviver com seus pais adotivos as etapas perdidas. Necessita sentir de novo o calor e a intimidade para descobrir um estado de bem-estar. Esses gestos de maternidade e paternidade são os gestos construtores que estimulam as partes mais instintivas e primitivas do cérebro.

Está provado que responder a essas necessidades acalmará suas feridas. Carregar o bebê permitirá a ele sentir-se em confiança em uma maternidade primária e favorecerá o contato visual, o olhar essencial para a construção da díade mãe/pai – bebê.
Às vezes é difícil para certos pais começar a carregar seus filhos. A adoção chega muito frequentemente depois de múltiplos fracassos e perdas dolorosas. “As mães têm falta de confiança em si mesmas, tem desejo de se confundir com a ‘massa’ e, como todas, sonham com o carrinho que vão finalmente poder usar”.

Geneviéve me mostrou que esses bebês têm, antes de tudo, a necessidade de serem levados envolvidos, de cara para seus pais, como recém nascidos, mesmo que tenham um ou dois anos e que possam andar por si mesmos no momento do encontro, a fim de que possa nascer o laço (vínculo) que dê gosto a vida desses bebês sem raízes.

O apego pode nascer do olhar que o pai pousa sobre o filho, com independência do bebê. Esse olhar faz parte das necessidades essenciais do desenvolvimento do bebê: a necessidade de ver-se no olhar de seus pais.

Vejo aqui um vínculo com o trabalho de Édith Thoueille. Puericultora no Instituto de Puericultura de Paris, ensina mães cegas a lançar um olhar sobre seus filhos. Se elas não podem ver, eles têm a felicidade de ver sua mãe a olhá-los. Elas aprendem a girar o rosto até seus filhos, a segui-los, a ser seu espelho.

Extraído do livro “Peau à peau, technique et pratique du portage”, de Ingrid van denPeereboom

Traduzido por Barbara Lito

Adoção: Itens básicos para a chegada do seu filho

A espera pela adoção foi longa, a ansiedade, grande e a alegria da chegada, maior ainda. Só que agora que seu filho finalmente está nos seus braços bate aquele desespero: “Não temos nada em casa para uma criança!”.

Calma! Por incrível que pareça, você vai conseguir se virar melhor do que imagina nestes primeiros dias e depois, sem pressa, poderá curtir preparar um quarto do jeito que você sempre sonhou, cheio de roupas limpinhas e cheirosas, e muitos brinquedos, livros e enfeites para celebrar a vinda desta criança tão aguardada. Leia nosso artigo sobre como criar vínculos de amor após a adoção.

Enquanto isso, confira abaixo as dicas do BabyCenter para você se organizar logo no comecinho, de acordo com a idade do seu filho.

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Recém-nascido a 1 ano de idade

Alimentação

A primeira providência é se informar no local onde a criança estava abrigada que tipo de alimentos ela já come. Se seu bebê tiver mais de 4 meses, é bem possível que já coma outros alimentos além do leite, e você terá que parar em um supermercado ou feira e se abastecer de muitas frutas, legumes e verduras frescas para preparar sopinhas e papinhas nutritivas.

Veja nossas sugestões de por onde começar na cozinha se a culinária não é seu forte e também sobre os utensílios que precisará comprar (dependendo da região onde você mora, pode encontrar pratos, mamadeiras e colheres apropriadas em um supermercado ou em uma loja de bebês) .

Quanto ao leite, pode até ser que o bebê venha tomando leite de vaca, mas esse NÃO é um alimento recomendado para crianças menores de 1 ano. Compre então fórmula láctea conforme a idade dele.

Neste primeiro momento talvez você não tenha tempo de pesquisar muito os preços, porém não deixe de fazer isso quando estiver mais disponível, porque eles variam bastante. Não faça estoques logo de cara, porque seu filho pode não se adaptar a determinado tipo de fórmula (pode ter prisão de ventre, por exemplo).

Você terá que comprar ainda mamadeiras e bicos ou copinhos, dependendo de como ele foi acostumado.

Confira no nosso artigo quanto leite a criança toma em cada idade. E, assim que possível, leve seu filho ao pediatra para obter informações mais precisas sobre a alimentação ideal para ele.

Enxoval

Pode ser que seu filho chegue com uma pequena muda de roupas ou simplesmente aquilo que está no corpo. O ideal é parar em uma loja ou pedir para alguém ir até uma para você e comprar algumas peças para começar a ter uma ideia do tamanho que ele usa (e que pode mudar muito de criança para criança, independentemente da idade).

Não tenha vergonha também de telefonar para todos os seus conhecidos que tenham filhos de idade parecida ou um pouco maiores e pedir doações de roupas usadas, ou até um empréstimo rápido.

Claro que tudo depende da época do ano e se está frio ou calor, mas a melhor (e mais prática) aposta são alguns macacões tipo pijama, com ou sem pé, bodies com abertura na gola para passar mais fácil pela cabeça, camisetas, casaquinho de moletom ou algodão e algumas calças também de moletom ou até jeans. Leia mais sobre como comprar roupinhas para o dia-a-dia do bebê.

Você também vai precisar de meias e sapatos bem molinhos ou uma sandália, fraldas de pano e lenços de boca para uso geral.

Para o banho, você pode até usar uma toalha que já tenha em casa, mas a vantagem das toalhas para bebês é que, normalmente, têm capuz e são feitas com uma camada extra de fralda por dentro, para serem mais macias para a pele.

Na hora de dormir, improvise com um lençol que já tiver até que saiba direito como serão suas acomodações para o soninho. Não se preocupe com travesseiros, porque eles não são essenciais para crianças pequenas e podem ser perigosos para bebês. Leia mais sobre como criar um ambiente de dormir adequado para o seu filho.

Móveis e carrinho

Procure encarar esse assunto o quanto antes, porque, dependendo de onde você comprar, pode demorar para que tudo seja entregue. O ideal é encontrar lojas que tenham pronta entrega e já levar para casa o que for possível e couber no carro.

Cômoda com gavetas para guardar roupas e usar como trocador em cima e berço para dormir são os itens mais indispensáveis.

Se seu filho tiver menos que 3 meses, você tem a opção de comprar primeiro um carrinho do tipo que deita para que ele use durante o dia e à noite também, assim pode pesquisar o preço de berços com mais tranquilidade. Se for maior, talvez não fique seja tão confortável e seguro para ele dormir muitas horas no carrinho.

Não se esqueça também de que o uso das cadeirinhas de carro é obrigatório. Pense nisso, se der, antes mesmo de buscar seu filho para levá-lo para casa (se não conseguir comprar a tempo, peça uma emprestada para amigos ou familiares, só se certificando de que ela é do tamanho certo para a idade e, principalmente, peso do seu filho).

Veja mais informações e sugestões sobre quais móveis comprar e como decorar o quarto do bebê.

Higiene

Se possível, pergunte para quem estava tomando conta do seu filho qual o tamanho da fralda que ele usa. Pare em uma farmácia, supermercado ou loja de bebês e compre alguns pacotes desse número, mas não faça grande estoque de uma vez.

Se não souber o tamanho, pese o seu bebê na farmácia e verifique na embalagem das fraldas qual é o tamanho mais adequado.

É bem provável que você tenha de testar algumas marcas diferentes para ver a que você gosta mais (que não vaza, não causa alergia ou irritação, cabe melhor etc.). Talvez você perceba que o tamanho afinal está pequeno (deixando a pele marcada) ou grande demais (vazando logo de cara), por isso não vale a pena comprar muitas fraldas de uma vez.

Você vai precisar também de algodão ou lencinhos umedecidos para as trocas de fralda, assim como sabonete infantil neutro (líquido ou em barra) para dar o banho.

Muita gente hoje em dia usa um balde especial (uma espécie de ofurô) para o banho de bebês menores, por dar uma sensação parecida ao útero. Se você quiser, pode dar uma olhada no formato desse tipo de balde e até improvisar com algo parecido que já tenha em casa ou seja fácil de encontrar.

Outra opção é comprar uma banheira tradicional, que dura mais tempo, só que tem a desvantagem de ocupar mais espaço.

Criança de 1 a 3 anos de idade

Alimentação

Crianças maiores que 1 ano geralmente já comem quase tudo, embora possam ser enjoadas para certos tipos de comidas. Não tem problema, arme-se de paciência e insista em uma alimentação saudável, rica em proteínas, fibras, frutas, legumes e verduras frescas.

Veja nossas sugestões de como lidar com crianças que estão abaixo do peso.

Conheça ainda os alimentos que podem ser perigosos para o seu filho. Quanto ao leite, agora você pode optar tanto pelo leite de vaca como pela fórmula láctea, conforme a idade dele.

Neste primeiro momento talvez você não tenha tempo de pesquisar muito os preços, porém não deixe de fazer isso quando estiver mais disponível, porque eles variam bastante.

Talvez você precise comprar também mamadeiras e bicos , dependendo de como ele foi acostumado até aqui.

Enxoval

Pode ser que seu filho chegue com uma pequena muda de roupas ou simplesmente aquilo que está no corpo. O ideal é parar em uma loja ou pedir para alguém ir para você e comprar algumas peças para começar a ter uma ideia do tamanho que ele usa (e que pode mudar muito de criança para criança).

Não tenha vergonha também de telefonar para todos os seus conhecidos que têm filhos de idade parecida ou um pouco maiores e pedir doações de roupas usadas ou até um empréstimo rápido.

Claro que tudo depende da época do ano e se está frio ou calor, mas a melhor (e mais prática) aposta são alguns macacões tipo pijama (ou pijama mesmo se a criança for maior), com ou sem pé, bodies com abertura na gola para passar mais fácil pela cabeça ou camisetas, casaquinho de moletom ou algodão e algumas calças também de moletom ou até jeans.

Você também vai precisar de meias e sapatos confortáveis ou uma sandália, além de fraldas de pano para uso geral.

Para o banho, você pode até usar uma toalha que já tenha em casa, mas a vantagem das toalhas para bebês é que, normalmente, têm capuz e são feitas com uma camada extra de fralda por dentro, para serem mais macias para a pele.

Na hora de dormir, improvise com um lençol que já tiver até que saiba direito como serão suas acomodações para o soninho. Leia mais sobre como criar rituais que o ajudem a pegar no sono e o que fazer quando ele não para de acordar à noite.

Móveis e carrinho

Procure encarar esse assunto o quanto antes, porque, dependendo de onde você comprar, pode demorar para que tudo seja entregue. O ideal é encontrar lojas que tenham pronta entrega e já levar para casa o que for possível e couber no carro. Cômoda com gavetas para guardar roupas e berço ou caminha para dormir são os itens mais indispensáveis.

Outra coisa que não pode faltar é um carrinho para vocês passearem por aí, dependendo da idade do seu filho, porque, tenha certeza, ele logo pedirá colo quando cansar de caminhar.

Não se esqueça também de que é obrigatório o uso das cadeirinhas de carro, então já pense nisso antes mesmo de buscar seu filho para levá-lo para casa (se não conseguir comprar a tempo, peça uma emprestada para amigos ou familiares, só se certificando de que ela é do tamanho certo para a idade e, principalmente, peso e a altura do seu filho).

Veja mais informações e sugestões sobre como decorar o quarto.

Higiene

É bem possível que seu filho use fralda, então confira com o local em que ele estava antes qual o tamanho da fralda, mas não faça um estoque muito grande de imediato.

Se não souber o tamanho, basta pesar seu filho na balança da farmácia, e verificar na embalagem da fralda qual o tamanho mais adequado.

Não compre muitos pacotes de uma vez. É provável que você tenha de testar mais de uma marca para ver qual prefere (que não vaze, não cause alergia ou irritação). Talvez você perceba que o tamanho afinal está pequeno (deixando a pele marcada) ou grande demais (vazando logo de cara).

Você vai precisar também de algodão ou lencinhos umedecidos para as trocas, assim como sabonete infantil neutro (líquido ou em barra) para dar o banho.

Caso seu filho já esteja em transição para o desfraldamento, prepare-se para um possível revés no assunto, já que, com tanta novidade na vida dele, talvez não seja uma boa hora para insistir na passagem para “criança grande”.

Para o banho, muitos supermercados e lojas de bebês vendem banheiras de plástico mais simples, lembrando bacias para lavar roupa (que você até pode usar se tiver uma, desde que limpe e depois esterilize muito bem com um pano umedecido com álcool).

Piscininhas de plástico funcionam bem como banheirinha. Se quiser dar banho de chuveiro, invista num tapete antideslizante para evitar escorregões.

Por Carolina Schwartz

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a5400180/ado%C3%A7%C3%A3o-itens-b%C3%A1sicos-para-a-chegada-do-seu-filho#ixzz3JQ779Xfk

Linguagem positiva da adoção: Posso perguntar: Ele/Ela É Adotado (a)?

Queridos,

Tem um site muito legal em inglês “Attempting Agape” que tem um post com sobre “Termos têm importância” (original em inglês “Terms matter”). Aos poucos vou traduzir e postar no blog, segue um deles:

Ele/Ela É Adotado (a)?

Adoção afeta a pessoa (e as famílias) pela a vida inteira, mas é um evento passado e também apenas uma parte de quem elas são.

Então, ao invés de perguntar se alguém É adotado, você pode perguntar se a criança FOI adotada.

was adopted copy

O texto original estava em inglês, foi traduzido e adaptado pela autora do blog.

Fonte: http://attemptingagape.blogspot.com.br/2013/08/terms-matter.html#.Uih-Hz-vGSp