25/05 – Dia Nacional da Adoção – entrevista para o site da Revista Crescer

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“A única diferença entre uma família formada pela adoção é a forma como as crianças chegaram à família. Os laços de sangue não interferem no vínculo. Uma família que se ama vai além disso. Todo filho, seja biológico ou não, precisa ser adotado no coração.” Luciane Cruz

Leia na íntegra: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Novas-familias/noticia/2015/05/adocao-confira-passo-passo.html

Depoimento da Germana: “Ele é meu, um presente de Deus e sempre será! “

Queridos, olha que depoimento lindo da Germana:

Ontem foi o aniversário do meu pequeno de 3 anos e vou colocar aqui o texto que li na hora dos parabéns:

Adoção, plano B? Eu diria que os planos de Deus, que são maiores que os nossos. Muitos perguntaram: – era um vazio e vocês preencheram? Dizemos que não, afinal esse vazio já estava preenchido com Cristo. Outros perguntaram: e quando você terá o seu? Eu respondo: – Ele é meu, um presente de Deus e sempre será! E por final me dizem que vem “coisas” no sangue. Te dizemos: o único sangue que importa é o que foi derramado na cruz por mim e por você, que nos redimiu e nos lavou, que nos amou e se entregou por nós.

Obrigada Jesus pelo nosso presente chamado Diego.

Aniver do Diego

Aniver do Diego

Muita festa pra esse príncipe!

Muita festa pra esse príncipe!

Germana e sua família

Germana e sua família

Este pastor está salvando centenas de vidas com sua ‘Caixa de Depósito’ e agora sua história chegará aos cinemas

Em Seul, capital da Coréia do Sul, centenas de bebês são abandonados nas ruas todos os anos. O problema tornou-se tão grave, que um pastor coreano decidiu realizar uma ação sem precedentes.

Trata-se de uma história que agora é o tema de um documentário premiado, dirigido pelo cineasta Brian Ivie, que será exibido nos cinemas entre os dias 3 e 5 de março (no Canadá).

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Há alguns anos, comovido por uma reportagem do Los Angeles Times sobre a solução singular descoberta pelo pastor Lee Jong-Rak para o problema do abandono de crianças, Ivie – então estudante de cinema na University of Southern California – arrecadou dinheiro suficiente para levar uma equipe até Seul e filmar esse ministério pequeno mas inspirador.

Bem, o pastor Jong-Rak chama-o de “Caixa de Depósito”. O conceito é simples. Em vez de abortarem ou abandonarem seus filhos, as mães que não podem ou não querem ficar com eles levam-nos até a caixa de madeira afixada na casa do pastor Lee; elas dizem adeus e fecham a porta. A caixa, que é equipada com iluminação e com um sistema de aquecimento, tem uma mensagem em coreano: “Por favor, não jogue fora bebês indesejados ou inválidos, ou bebês de mães solteiras. Por favor, em vez disso, traga-os até aqui.”

Quando a caixa abre, um sino toca e o Pastor Lee, sua esposa ou uma voluntária vai até a caixa e pega o bebê. Desde que o pastor instalou a Caixa de Depósito em 2009, 18 bebês por mês são deixados nela, o dobro do número de crianças que chegam a um orfanato. Ele e a esposa até adotaram 10 desses bebês – é o número máximo permitido pelas autoridades locais.

Às vezes ele fala com as mães face a face. Uma delas disse que pretendia envenenar a si mesma e ao bebê antes de ouvir falar da “Caixa de Depósito”. Outra simplesmente deixou uma nota, que diz o seguinte:

Meu bebê! A mamãe lamenta tanto. Lamento tanto por tomar essa decisão… Espero que você encontre grandes pais… A mamãe ama você mais do que qualquer coisa. Deixo você aqui porque não sei quem é o seu pai. Eu costumava pensar em algo pior, mas acho que essa caixa é mais segura para você… Por favor, perdoe-me.

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O filme de Brian Ivie, apropriadamente intitulado “A Caixa de Depósito”, já ganhou prêmios nos festivais Jubilee e Independent Christian Film. E agora, Focus on the Family, Pine Creek Entertainment, Kindred Image e Fathom Events apresentarão o filme em cinemas selecionados apenas durante três noites, entre os dias 3 e 5 de março.

“A Caixa de Depósito” é o segundo episódio da série Regeneração, produzida pela Focus. São documentários que põem em foco a importância do matrimônio, da família e uma resposta cristã aos problemas sociais apresentados em cada filme. O filme “Irreplaceable” [Insubstituível], do qual Eric Metaxas e eu participamos, foi o primeiro da série.

“A Caixa de Depósito” é o tipo de história que muda vidas. Para sempre. Basta perguntar Brian Ivie. Quando recebeu um dos prêmios pelo filme, ele disse: “Eu me tornei cristão quando fiz esse filme. Quando comecei a fazê-lo e vi todas essas crianças saírem da caixa de depósito, foi como um sinal luminoso do céu. Assim como aquelas crianças com deficiências tinham corpos defeituosos, eu tenho uma alma defeituosa. E ainda assim Deus me ama”.

Meus amigos, a luta pela vida é mais do que política. Ela é decidida na imaginação cultural de muitos modos. Por isso é muito importante que os cristãos apóiem filmes como esse: filmes de alta qualidade que não pregam, mas mostram o quanto a vida é realmente preciosa e como, por outro lado, indivíduos comuns fazem esforços extraordinários para salvar e proteger os mais vulneráveis entre nós.

Então, isto é o que eu gostaria que você fizesse: visite a página do filme “A Caixa de Depósito”. Primeiramente, assista ao trailer do filme. Você dirá: “Eu tenho que assistir a esse filme”. Em segundo lugar, veja quais são os recursos que você e sua igreja podem utilizar para promover esse belo e emocionante filme pró-vida em sua comunidade.

Fonte: http://notifam.com/pt/2015/este-pastor-esta-salvando-centenas-de-vidas-com-sua-caixa-de-deposito-e-agora-sua-historia-chegara-aos-cinemas/

Trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=yTQ2VTf5vWc

O chá da verdade!

Gente, achei um relato lindo no blog Em nome do Filho. Foi postado pela Jumaida Maria Rosito. Vale a pena ler! Beijos Lu.


E agora? Como é que eu conto prá essa criança que ela não saiu da minha barriga? Que dó feri-la assim tão cedo. Pode, então, um pensamentozinho matreiro se apresentar como salvador  – e se a gente não contar? Acredito que amaioria dos pais rejeita esse alento, para não se tornar refém de um segredo. Uma parcela deles, empurra o desconforto com a barriga, se protege das críticas e, com uma carranca e um tom de discurso que lembra a certeza inabalável, alega conhecer a hora certa (bem mais tarde, claro).

Faço parte do grupo que acredita que a hora certa de contar é desde sempre. A primeira coisa que intui quando meus filhos chegaram (tres deles juntos) foi a necessidade de trazê-los para dentro de mim, que é um parto ao contrário, para me tornar sua mãe. A maneira que achei de fazer isso foi ignorar os berços, desmontar minha cama, forrar o chão de colchões e, para horror dos manuais, dormir com eles, assim, todos meio amontoados, como bichinhos que se procuram, se encostam, se roçam, se catam e passam a ter, finalmente, o mesmo cheiro.

E foi acampada no quarto que comecei a criar sua história. Falei em um céu com anjos-criança, que passavam o dia moldando nuvens comestíveis e criando brinquedos do nada; enfeitei mais ao falar de suas roupas, da cor de seus cabelos e de como eram bem cuidados. Contei que em sonhos, pais que não podiam ter filhos visitavam aquele céu, e expressavam ali seu desejo, assim como eu fiz – nesse ponto, começava a inocular a dose necessária de realidade e meu coração doía, constrito. É claro que meus bebês não compreendiam o que eu falava, mas me escutavam e adormeciam todas as noites, tomando o chá-da-verdade adoçado com mel–de-zelo-de-mãe, em conta-gotas.

Parece que minha estratégia deu certo, eles cresceram bem resolvidos sobre esse assunto. Algumas vezes, mais tarde, achei necessário dar um reforço, como acontece com as vacinas; um deles, aos oito anos, se declarou herdeiro da fissura de sua avó por café com leite – avó que ele não conheceu! O que é isso, a genética do café com leite? “Não filho, lembra, você não saiu da minha barriga, não pode herdar da minha mãe qualquer mania.“, para horror da psicóloga aflita que me repreendeu: “Não exagera, Jumaida, deve falar a verdade, mas também não precisa esfregá-la na cara das crianças!”.

Vinte anos depois, que fantasmas rondam essas cabecinhas? mas, para não ser “mais realista que o rei” (a pedidos!), não cutuco, aguardo. Estou aqui para ajudá-los a revisitar sua trajetória, se e quando quiserem. Ah! curiosamente, bem mais tarde, encontrei um livro incrível: “Mamãe, por que não nasci da sua barriga?”. Não é que estavam ali os mesmos elementos da minha história – anjos, céu, nuvens, barrigas emprestadas, gente que se procura! Concluí, então, que existe uma espécie de inconsciente coletivo no universo dos aflitos pais adotivos.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/emnomedofilho/2014/07/19/o-cha-da-verdade/?topo=52,1,1,,165,77

Vídeo sobre o parto do coração – “Primeiro encontro – A adoção é linda”?

O parto do coração é tão cheio significado e beleza que me emociono sempre. O meu foi inesquecível!

Você já assistiu esse vídeo “Primeiro encontro – A adoção é linda”? Você não pode perder 😉

http://adoption.com/first-meeting-adoption-beautiful/

Enjôos da gestação do ♥

Esta semana comecei a sentir os enjôos da minha segunda gestação do coração. Na minha primeira gestação do coração estes enjôos começaram “coincidentemente” 9 meses antes do meu primeiro filho nascer. (Constatei isso relendo o meu diário, leia este post neste link).

Para alguns pode parecer bobagem, estranho ou até mesmo loucura, mas o fato é que quando estamos numa gestação do coração os “enjôos” também acontecem, só que de uma forma diferente. Eles aparecem na forma de A-N-S-I-E-D-A-D-E. A ansiedade é tão grande que me deixa enjoada e até mesmo um pouco tonta. Preciso me concentrar na minha respiração e controlar as emoções que estão fluindo no momento para que o enjôo passe. E muita oração….!

Segundo o dicionário Aurélio, ansiedade significa:

1 Comoção aflitiva do espírito que receia que uma coisa suceda ou não.
2 Sofrimento de quem espera o que é certo vir; impaciência.

Já o significado de enjôo é:

1 Mal-estar em que predomina a vontade de vomitar.
2 Náusea.
3 Tédio, repugnância; nojo.

Ou seja, esta comoção aflitiva do espírito que receia que o nosso filho chegue logo, gera impaciência, que por sua vez gera mal-estar e até mesmo náusea. Sim! É isso mesmo que eventualmente acontece comigo durante a gestação do coração.  Mais alguém passou por isso? Tem um trecho de uma música do Lulu Santos que cabe perfeitamente aqui, “Pode até parecer fraqueza, pois que seja fraqueza então…” 

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Pior é quando imaginamos que nosso filho já nasceu e está por aí em alguma instituição de acolhimento, aguardando que a equipe técnica faça a busca por alguém da família extensa (biológica) tenha interesse na adoção, ou então aguardando que o seu processo de destituição de pátrio poder dos genitores seja concluído… é muita angústia pra uma mãe ou um pai ficar pensando nestas situações e não conseguir fazer NADA afinal ainda não encontramos pessoalmente o nosso filho, não sabemos a sua identidade e não podemos lutar por ele para que o seu DIREITO DE VIVER EM FAMÍLIA COM AMOR E CARINHO seja prioridade.

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Enfim, os enjôos são mais reais do que parecem, viu?! Não julgue o seu cônjuge, amigo (a), vizinho (a) antes de entender o que se passa dentro do seu coração. Você também passou por isso? Então compartilha com a gente, assim você me ajuda a explicar esta experiência para os outros, além de me ajudar a não ser a única que relata algo assim, podendo até mesmo ser considerada a louca dos devaneios virtuais 🙂 🙂 🙂

Encerro este relato com muito humor 🙂 e amor

Beijos, Luciane

Adoção: ALTRUÍSMO OU DESEJO DE FILIAÇÃO?

Queridos, este texto vale a pena ser lido com muita calma e atenção!

Escrito por Tatiany Dreger Schiavinato:


Boa noite pessoal .. como estão todos ? A semana está começando e o semestre nas Universidades também.. Hoje gostaria de falar um pouco sobre o Universo da “Adoção”. Eu particularmente, acho esse tema riquíssimo, para aprendizagem.. com inúmeros desafios para quem estuda ou para quem vivencia uma adoção.

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Minha questão hoje é .. Você, ao pensar ou querer adotar uma criança ou adolescente.. está sendo altruísta, bondoso ou quer ser pai e mãe??

Alguns podem até pensar.. bom.. mas para ser pai e mãe é preciso ser bom, se dedicar à criança, doar seu tempo e recursos financeiros etc.

Mas realmente elas não são a mesma coisa!!

Quando você é “BOM” para alguém, naturalmente você espera que esta pessoa seja boa para você.. se você sempre da suporte para aquele amigo nas horas difíceis, ouve, é paciente, liga pra saber como ele está mas, na hora que você mais precisa, ele não está lá, você faz o que ? Se decepciona, diz que ele foi injusto com você… se isso for freqüente, a tendência é você deixar de ser tão amigo dessa pessoa, certo?

Um outro exemplo.. você resolve fazer parte de um voluntariado na comunidade, na igreja ou algo assim.. se sua agenda começa a ficar apertada, se consegue uma promoção ou tem um filho .. a primeira coisa que vc tira da sua agenda é? O trabalho voluntário.. a final .. “Ah .. é bom, mas eu não ganho nada para estar lá”.. claro que sabemos que ganhamos experiência de vida, e gratificação mas ouvimos muitas vezes isso não é mesmo ?

Digamos que você resolve adotar uma criança .. ou pegar aquela criança que a mãe biológica não cuida direito porque tem mais 7.. digamos que você resolve fazer isso porque tem muitas crianças sem casa, sem pai e sem mãe .. e você quer ajudar essas crianças, fazer algo útil na vida.. Pois bem .. essa criança, seja ela adotiva legalmente ou não .. um dia vai crescer, será adolescente, um dia será malcriada, falará palavrões e dirá que os pais dos amigos são muiiito melhores que você É!!!  E então ? Como será .. se você estiver com essa criança/ adolescente porque queria ajudar , o que vai pensar ? como reagirá ? .. ” Nossa… eu fiz tudo por esse menino/menina . e é assim que ele me trata?

– Eu peguei ele daquela mãe louca, dei um lar , comida e educação e agora ele diz que não posso mandar nele?

– Eu fiz tuuudo por ela e agora ela fica andando com esses maloqueiros .. sabia que isso ia dar encrenca..

É pessoal.. são falas comuns no duscurso de quem adota por puro e simplesmtente altruismo mas sem o desejo profundo de ser pai ou mãe ! Por que quem quer ser pai e mãe construi vínculos de uma maneira que não importa o que aconteça, aquela criança.. adolescente, sempre será o FILHO deles.. por isso dizemos que o amor de filiação é um amor incondicional.

Quando se tem pais que se parecem mais com herois, bondosos, a criança fica impedida de expor sua agressividade, sua raiva, sentimentos esse que qualquer ser humano tem. Ficam com medos de não serem “boazinhas” também e serem devolvidas..

TODA CRIANÇA PRECISA PODER EXPRESSAR SUA RAIVA E AGRESSIVIDADE, E TER PAIS QUE TOLEREM ISSO!

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Quando se há o desejo de filiação, os pais conseguem aceitar a raiva da criança, sem deixar de amá-las, sem se sentir traídos por ela, sabendo que muitas vezes toda aquela raiva é pelo medo de ser abandonada novamente, medo de se vincular e perder.

Quando se adota por altruísmo, se espera algo em troca, se espera retorno e quando se deseja ser pai ou pai, o único desejo é ser pai e mãe, é cuidar, é pegar para si aquela pessoa que você ainda não conhece.. seja a filiação biológica, seja adotiva, ter o desejo é essencial para se cuidar de uma criança /adolescente.. querer ajudar só.. não basta!!

Espero que tenham gostado.. deixe seu comentário..sua opinião aqui embaixo.

Um beijo grande..ótima semana e até amanhã

Fonte: http://entrenospsicologos.wix.com/psicologiaentrenos#!ALTRUÍSMO-OU-DESEJO-DE-FILIAÇÃO/c95u/54d017e00cf2cb6524765400